Wednesday, March 26, 2008

 

Aula Presencial do dia 26.03.2008 - Representação do Mundo pelos Estudos Sociais





Profª. Maria Aparecida Bergamaschi



Material complementar:


www.pead.faced.ufrgs.br/sites/publico/eixo4/estudos_sociais/enfoques.htm



















Nesta atividade nos reunimos em grupo, e discutimos sobre fatos históricos em nossas vidas.

Meu grupo discutiu sobre o tempo da ditadura, sobre a repressão dos professores na época.

Uma colega trouxe uma linha do tempo, que ela fez com os alunos em sala de aula, destacando todos os fatos importantes da sua vida, desde o seu nascimento.


 

Aula presencial do dia 26.03.2008 - Representação do Mundo pelas Ciências Naturais

Profº Zeca








Projeto Educação Ambiental como eu vejo a natureza.


























Atividade:
O professor entregou uma folha, com várias palavras e pediu que representássemos estas através de desenhos:
Luz , Árvore, Estrada, Força, Raiva, Átomo, Pé, Água, Ácido, Saudade, Coração, Micróbio, Céu, Célula, Planeta e Energia.
Logo após analisamos os desenhos.

 

Feliz Aniversário, Porto Alegre !






Cidade Encantada

Meu Porto Alegre do meu-bem-querer
Do pôr-de-sol mais lindo
Do mais lindo amanhecer,
Quero te cantar em versos
Te guardar dentro do peito
Para nunca te esquecer!

Minha cidade adorada,
Minha Capital encantada!
De prenda inteligente e amada
De gaúcho hospitaleiro,

De comida deliciosa
De música fabulosa,
Nosso folclore é sem igual
Nosso amor é imortal

Por isso cidade amada
Posso passear, viajar, aventurar
Mas logo para teu aconchego...
Quero voltar!


Ivone Fernandes Schaidhauer

Sunday, March 23, 2008

 

Feliz Páscoa!


Qual o verdadeiro significado desta data?


Na verdade é muito mais do que um simples feriado, trata-se de uma data muito especial para o cristianismo e para o judaísmo. É nesse período que cada religião comemora algo muito importante que marcou a história de seus seguidores.
Para entender como tudo começou, vamos ter que voltar um pouco no tempo. Há três mil e quinhentos anos aproximadamente, no Egito, os judeus eram escravos dos faraós. Revoltados com essa situação, resolveram fugir com Moisés até Canaã, a Terra Prometida. Eles ficaram tão felizes que comemoraram sem parar e nomearam a data de PESSACH, que significa “passagem” em hebraico. No caso deles, foi uma passagem da escravidão para a liberdade. Na Bíblia encontramos a libertação do povo judeu do cativeiro, no Egito, e a passagem através do Mar Vermelho.
Já os cristãos batizaram o Pessach de Páscoa e deram um sentido diferente para essa data. Eles comemoram a ressurreição de Cristo. A "Semana Santa" como conhecemos começa com a celebração no domingo que antecede a Páscoa, chamado de "Domingo de Ramos" e termina no domingo de Páscoa.
- O "Domingo de Ramos" comemora a entrada de Jesus em Jerusalém montado num jumento sendo saudado pelo povo que estenderem pelo caminho as vestes e os ramos de árvores e gritavam: "Hosana ao Filho de Davi! Bendito o que vem em nome do Senhor! Hosana nas alturas!".- Na quinta-feira é comemorado a Última Ceia, ou seja a última noite que Jesus passou com os discípulos.
A "Semana Santa" foi fixada durante o Concílio de Nicea, em 325 d.C, como sendo “o primeiro domingo após a primeira Lua Cheia que ocorre após ou no equinócio da primavera boreal, adotado como sendo 21 de março”.





OS SÍMBOLOS DA PÁSCOA.







OVOS DE PÁSCOA:


Na antiguidade os egípcios e persas costumavam tingir ovos com cores da primavera e presentear os amigos. Para os povos antigos o ovo simbolizava o nascimento. Por isso os persas acreditavam que a Terra nascera de um ovo gigante.
Os cristãos primitivos do oriente foram os primeiros a dar ovos coloridos na Páscoa simbolizando a ressurreição, o nascimento para uma nova vida. Nos países da europa costumava-se escrever mensagens e datas nos ovos e doá-los aos amigos. Em outros, como na Alemanha, o costume era presentear as crianças. Na Armênia decoravam ovos ocos com figuras de Jesus, Nossa Senhora e outras figuras religiosas.
Os ovos não eram comestíveis, como se conhece hoje. Era mais um presente original simbolizando a ressurreição como início de uma vida nova. A própria natureza, nestes países, renascia florida e verdejante após um rigoroso inverno.
Em alguns lugares as crianças montam seus próprios ninhos e acreditam que o coelhinho da páscoa coloca seus ovinhos. Em outros as crianças procuram os ovinhos escondidos pela casa, como acontece nos Estados Unidos.
O CHOCOLATE: Essa história tem seu início com as civilizações dos Maias e Astecas, que consideravam o chocolate como algo sagrado, tal qual o ouro. Os astecas usavam-no como moeda.
Na Europa aparece a partir do século XVI, tornando popular rapidamente. Era uma mistura de sementes de cacau torradas e trituradas, depois juntada com água, mel e farinha. O chocolate, na história foi consumido como bebida. Era considerado como alimento afrodisíaco e dava vigor. Por isso, era reservado, em muitos lugares, aos governantes e soldados. Os bombons e ovos, como conhecemos, surgem no século XX. OVOS DE PÁSCOA: Na antiguidade os egípcios e persas costumavam tingir ovos com cores da primavera e presentear os amigos. Para os povos antigos o ovo simbolizava o nascimento. Por isso os persas acreditavam que a Terra nascera de um ovo gigante.
Os cristãos primitivos do oriente foram os primeiros a dar ovos coloridos na Páscoa simbolizando a ressurreição, o nascimento para uma nova vida. Nos países da europa costumava-se escrever mensagens e datas nos ovos e doá-los aos amigos. Em outros, como na Alemanha, o costume era presentear as crianças. Na Armênia decoravam ovos ocos com figuras de Jesus, Nossa Senhora e outras figuras religiosas.
Os ovos não eram comestíveis, como se conhece hoje. Era mais um presente original simbolizando a ressurreição como início de uma vida nova. A própria natureza, nestes países, renascia florida e verdejante após um rigoroso inverno.
Em alguns lugares as crianças montam seus próprios ninhos e acreditam que o coelhinho da páscoa coloca seus ovinhos. Em outros as crianças procuram os ovinhos escondidos pela casa, como acontece nos Estados Unidos.
O CHOCOLATE: Essa história tem seu início com as civilizações dos Maias e Astecas, que consideravam o chocolate como algo sagrado, tal qual o ouro. Os astecas usavam-no como moeda.
Na Europa aparece a partir do século XVI, tornando popular rapidamente. Era uma mistura de sementes de cacau torradas e trituradas, depois juntada com água, mel e farinha. O chocolate, na história foi consumido como bebida. Era considerado como alimento afrodisíaco e dava vigor. Por isso, era reservado, em muitos lugares, aos governantes e soldados. Os bombons e ovos, como conhecemos, surgem no século XX.


















OS COELHOS:

A tradição do coelho da páscoa foi trazida para as Américas pelos imigrantes alemães em meados do século XVIII. O coelho visitava as crianças e escondiam os ovinhos para que elas procurassem.
No antigo Egito o coelho simbolizava o nascimento, a vida. Em outros pontos da terra era símbolo da fertilidade, pelo grande número de filhotes que nasciam. Eles também têm haver com a vida, mas à abundância da vida, suma inesgotável qualidade de se multiplicar sem se esgotar.
COMO CALCULAR A PÁSCOA?
Saber quando será a Páscoa é simples: divida o ano por 19. Ao resto da divisão, some 1. Com isso, você consegue o "número dourado", que mostra a data da lua cheia pascal. Procure o número na tabela abaixo, válida de 1900 a 2199. A Páscoa cairá no domingo seguinte.
Exemplo: 2014 dividido por 19 dá 106 e resto 0. Somando 1 ao zero, obtém-se 1. Procure o "número dourado" 1 na tabela.



Número - Data



1 - 14 de abril

2 - 03 de abril

3 - 23 de março

4 - 11 de abril

5 - 31 de março

6 - 18 de abril

7 - 08 de abril

8 - 28 de março

9 - 16 de abril

10 - 05 de abril

11 - 25 de março

12 - 13 de abril

13 - 02 de abril

14 - 22 de março

15 - 10 de abril

16 - 30 de março

17 - 17 de abril

18 - 07 de abril

19 - 27 de março




APRENDA A DIZER "Feliz Páscoa" EM DIVERSAS LÍNGUAS:


Alemão: Frohe Oster
Espanhol: Feliz Pascua
Francês: Joyeuses Pâques
Inglês: Happy Easter
Italiano: Buona Pasqua
Japonês: Fukkatsusai omedetou
Norueguês: God Påske





Saiba mais..:

http://www.jduarte.hpg.com.br/
http://www.jhbaldin.com/apascoa.htm
http://criancas.uol.com.br/novidades/ult2367u117.jhtm







A terrível Páscoa de Jesus





Nas vésperas da Páscoa do ano de 786 do antigo calendário romano, se é que é válida tal precisão de data, no mês de Nisã dos hebreus, ocorreu uma crucificação de três homens do lado de fora dos muros da cidade de Jerusalém. Dois deles eram ladrões, o outro tratava-se de um pregador, um rabi chamado Jesus, que se dizia um filho de Deus. Alguém que viera anunciar o Reino dos Céus. O cenário daquela terrível execução de que ele foi vítima iria, bem depois ao longo da história, com o Ocidente inteiro convertido à fé de Cristo, ser infinitas vezes reproduzido por seus seguidores por todos os meios possíveis: em livros, telas, murais, vitrais, esculturas, autos teatrais, representações públicas de ruas e em filmes, fazendo com que a humanidade sofredora se identificasse com o martírio dele.





O suplício da cruz




A crucificação


"Nenhuma culpa encontro nele. É costume entre vós que eu solte um preso, na Páscoa. Quereis que vos solte o rei dos judeus? Estes não gritaram de novo, clamando: Esse não, mas Barrabás!" -- Pilatos ao povo (João 18)
Supõe-se que Jesus Cristo não tenha resistido muito tempo ao suplício da cruz, que Cícero definira como "a mais cruel e a mais terrível pena de morte". Estimou-se que um homem forte era capaz de suportá-lo por uns três dias no máximo. O nazareno entregou-se depois de três horas, ou um pouco mais. E não poderia ser diferente para quem levara uma vida praticando jejuns, alimentando-se episodicamente e ainda, antes de ser exposto, teve o corpo violentamente ofendido pelos açoites. Parece ter sido fantasia dos gravuristas e pintores terem-no desenhado, pelos séculos seguintes, preso a uma cruz bem alta, como se seu corpo fosse uma bandeira ensangüentada hasteada nos altos de um mastro. Ao contrário, a vitima era estaqueada pelos carrascos bem próxima do chão. Para que suas mãos presas com cravos não se rasgassem com o peso do corpo, fixavam uma corda que o enlaçava a partir do ilíaco ou apoiavam os seus pés num sedile, a pequena tábua afixada na parte baixa da cruz. A morte do condenado, como já se disse, era horrível, anunciando-se por gritos pavorosos de dor e gemidos lancinantes, entremeada de apelos desesperados para que o matassem de vez. Jesus fora pregado numa crux immissa (em forma de cruz) às 8 horas da manhã ou ao meio-dia de uma sexta-feira. Seja o que for, à tarde seguramente já estava morto. No alto da haste haviam colocado um cartaz: "Rei dos Judeus", escrito em três línguas (grego, latim e aramaico). Era uma ironia maldosa dos romanos, pois o executaram junto com dois delinqüentes.




De Herodes a Pilatos



Jesus e os ladrões


Pensavam estar livrando-se de um problema, porque durante um bom tempo ninguém sabia o que fazer com aquele homem da Galiléia. Os sacerdotes do templo de Jerusalém, como Caifás, consideravam-no um herético, alguém que estava jogando o povo local contra a tradição e o Sinédrio (o Grande Tribunal, autoridade máxima judicial com 70 membros). Os fariseus e os zelotes viam-no como um divisionista que ao invés de somar-se a eles no repúidio aos romanos, minimizara a ocupação da Palestina com a promessa da chegada de um novo reino, o Reino dos Céus. Para o procurador (praefectus) Pôncio Pilatos, governador romano da região, o nazareno, em quem não via culpa alguma, era apenas uma dor de cabeça a mais no trato com aquele povo metido em confusões e querelas intermináveis. Enviara-o preso para Herodes Antipas, o tetrarca de Israel, um monarca colaboracionista, que o devolvera sem saber o que exatamente fazer com ele. Matá-lo por dizer-se o Messias?



O Messias



A chegada de um Messias


Havia entre os judeus, povo quase sempre submetido às crueldades do destino, uma crença muito forte de que um dia lhes viria dos céus um Messias, um Salvador, para livrá-los das desgraças. Assim, não raro, aparecia alguém, um iluminado, dizendo-se ser um desses enviados de Deus. O próprio Jesus alertou o seu povo em razão da abundância desses falsos profetas e charlatães que se diziam os verdadeiros messias.
Quantos deles não apareciam pelas ruas de Jerusalém julgando-se isso? O único tumulto em que Jesus se envolvera dera-se quando ele, o mais pacífico dos homens, deixou-se assaltar pela fúria ao deparar-se com os "vendilhões do Templo", aquela massa de cambistas, ambulantes e vendedores de pombas, que ofertavam de tudo nas proximidades do edifício santo dos judeus. Nada mais impressionante do que isso.





Pôncio Pilatos



Tibério em Capri


Pôncio Pilatos, na época do processo contra Jesus, já estava na região há algum tempo, uns cinco ou seis anos (teria assumido no ano 26 ), mas continuava sem entender as intermináveis dissensões dos hebreus em torno da religião. As nuanças e sutilezas das discussões acaloradas dos rabinos e dos sumos sacerdotes eram-lhe absolutamente estranhas. Quem o indicara para o cargo de procurador da Palestina foi Sejano, um favorito de Tibério. O Imperador, por sua vez, enojado das intrigas políticas de Roma, retira-se no ano de 27 para a maravilhosa ilha de Capri, nas proximidades de Nápoles, a fim de levar uma vida dos deuses, dado inteiramente aos prazeres. Quem algum dia poderia supor que enquanto Tibério se banhava com seus garotos, que ele chamava de "meus peixinhos" , na imensa piscina tépida da sua mansão, o crime que cometiam em seu nome nas longínquas terras da Judéia contra um pregador desconhecido iria um dia abalar o poder de Roma?


A sentença de Pilatos





Jesus meditando



"Subirás à cruz" disse Pilatos a Jesus. Até hoje, lembra o historiador J.Gnilka, não se sabe se a sentença que condenou Jesus resultou dele ter cometido o perduellio (grave prejuízo cometido contra a pátria) ou o crimen maiestatis populi romani imminutae (ter provocado algum dano ao prestígio do povo romano). Seja o que for, Pilatos informou a todos que em vista do costume estava disposto a dar-lhe a venia, a suspensão da sentença, devido à aproximação da Páscoa. Quando a intenção dele chegou aos ouvidos da multidão que estava do lado de fora no paço do tribunal de justiça, as vozes em uníssono clamaram em favor de Barrabás, possivelmente um bandido, rejeitando a oferta do romano de indultar o nazareno. Pilatos então, lavando as mãos, deixou a sentença correr. Jesus foi previamente submetido ao horribile flagellum, a levar um incontável número de chibatadas nas costas.





A mãe recolhe o filho morto




Provavelmente já passavam das 3 horas da tarde daquele sexta-feira fatídica, quando um guarda enfiou sua lança no abdômen de Jesus para ver se ele já havia morrido. O líquido que escorreu, um pouco de sangue e água, confirmou-lhe que o homem ali estendido já entregara a alma aos céus. José de Arimatéia (Ha-ramathain), um respeitável homem de algumas posses, reclamou o corpo junto às autoridades e como já estavam em vésperas do shabbath, os romanos consentiram que ele desse o fim apropriado ao cadáver. O local das execuções era tétrico, até o nome Gólgota (caveira em hebraico, calvarius em latim), que descrevia o aspecto descarnado do monte onde expunham os supliciados, contribuía para aumentar a desolação do quadro.






O sepulcro






O santo sepulcro


Arimatéia, impedido pelo tempo de inumar adequadamente a Jesus, foi auxiliado por Nicodemos. Ambos carregaram o pobre morto para um jardim próximo onde colocaram-no num sepulcro. Um enterro decente só poderia ser-lhe providenciado no domingo, pois no sábado judaico nada se faz, em nada se mexe. Logo que o depositaram em lugar apropriado, protegeram o corpo de Jesus com um sudário e umas faixas de linho aromatizadas. Ao sair daquela tumba improvisada bloquearam a entrada com uma enorme pedra e foram juntar-se aos seus para celebrar o shabbath.








Maria Madalena é surpreendida




Jesus reaparece aos seus
Na madrugada de domingo, no dia da Páscoa, querendo adiantar-se a todos, talvez com a intenção de renovar os aromas do morto, Maria Madalena, uma das seguidoras, ao chegar ao sepulcro encontrou a rocha afastada. Espantou-se. O interior estava vazio, sendo que as tiras e o sudário que o tinham envolvido estavam postas num canto. Quando estava em prantos, lamentando o desaparecido, imaginando que haviam roubado o corpo, uma voz se lhe apresentou: era Jesus! Disse-lhe que ainda não havia subido ao reino dos céus. À tarde, mostrando suas mãos perfuradas, ele apareceu pessoalmente aos discípulos. Ressuscitara (João, 20-21). Repetia-se na Palestina o assombroso destino de Osíris, o deus egípcio morto que retornara à vida. O nazareno, pensaram seus seguidores, negara-se a morrer, vencera a rotina imposta aos homens. Dali em diante estaria sempre com eles. Enquanto isso em Capri, o imperador Tibério preparava-se para mais um banho, sem que ninguém o alertasse para o que ocorria naquela estranha e inusitada Páscoa. E assim teve início a poderosa lenda de Jesus Cristo.

Bibliografia

http://educaterra.terra.com.br/voltaire/cultura/pascoa_jesus.htm


 

Confecção da Cestinha de Páscoa com Sucata.

Realizei esta atividade, com os meus alunos em sala de aula, no dia 19.03.2008.
Com garrafa Pet montaram cestinhas de páscoa, utilizando sucata e criatividade.











Produção dos meus alunos.




























Gostei muito de ter realizado esta atividade, cada vez mais, eles me surpreendem com a criatividade.
Esta cestinha também pode ser confeccionada com caixa de leite.

 

Início das Aulas no Pólo Alvorada UFRGS, dia 18.03.2008.







Iniciamos a Interdisciplina da Representação do Mundo pela Matemática, com a Profª Daniela.







A turma foi dividida em grupos, por séries de trabalho.

Como lecionando para 4ª série, este é o meu grupo de trabalho nesta interdisciplina, durante este semestre.






Ivana, Marion, Iliana, eu com a caixa de atividades e a Maria Lucia.




Nesta caixa, haviam várias formas geométricas, com espessuras e cores diferentes que podem ser trabalhadas com as crianças explorando este universo.
Os alunos desconhecem o que há na caixa, e pelo tato vão explorando os objetos.



Seriação e Sequência


Foram distribuídos aos grupos cartas com algarismos Maias,para que embaralhássemos e descobríssemos a lógica.








Realizadas estas atividades, fomos para o laboratório de informática criar o Wiki de trabalho do grupo.








Fiquei bem empolgada com esta aula, espero poder aprender muito e aplicar as sugestões de atividades com meus alunos.

 

Aula de Artes do dia 12.03.2008 - Releitura de Fotos dos Alunos.


 

Aula de Artes no dia 05.03.2008 - Confecção de lixinho com sucata.







Com a interdisciplina de Ludicidade aprendi a trabalhar com sucata, adorei confeccionar brinquedos e outras utilidades em sala de aula, com garrafas Pet.


Meus alunos confeccionaram um lixinho para apontar lápis e colocar todo o seu lixo durante a aula, e só no final despejar no lixo da sala, conscientizado-os da importância da reciclagem do lixo.













































 

Início das Aulas dia 03.03.2008.

Aniversariantes do Mês de Março.



Jorge , Bruno e Daniela





Estou trabalhando na Escola Estadual de Ensino Fundamental Toyama, com a 4ª série, turma 41.







Minha sala de aula.











Vista da minha sala de aula.









Meus alunos.








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