Thursday, July 24, 2008

 

Postagem fazendo comparação entre os trabalhos, conceitos e resultados em cada interdisciplina.

Conceito de espaço e tempo é a junção entre os conceitos ensinados em Ciências e História, é reconhecer que o conhecimento histórico é parte de um conhecimento interdisciplinar e compreender que as histórias individuais são partes integrantes de histórias coletivas.

Aprendi que o planejamento no sentido de elaborar atividades que possibilitem o iniciar do aluno no trabalho com dimensões de tempo: o cronológico, o vivido (social) e o histórico.
Em ciências é tratada a concepção de tempo cíclico da natureza (ciclo do dia e da noite, das fases da lua, movimento das estrelas, das estações do ano),com o tempo histórico quando este trata da construção dos calendários, das histórias dos indivíduos, de povos, ou da humanidade (a vida e a morte, as idades ao longo da vida, a repetição dos meses de um ano a outro).
O tempo se revela acima de tudo na natureza: no movimento do sol e das estrelas, nos indícios sensíveis e visuais das estações do ano.

Tudo isto é relacionado aos movimentos que lhe correspondem na vida do homem com seus costumes, sua atividade, seu trabalho e que constituem o tempo cíclico.
Com as leituras deste semestre, aprimorei meus conhecimentos sobre o ensino de estudos sociais e percebi a minha mudança interna, quanto ao enfoque das minhas aulas, procurando despertar nos meus alunos a
curiosidade, a serem críticos e comecei a escutá-los mais, conhecer a realidade e suas histórias de vida e a trazer estas informações para as minhas aulas.
Segundo Gadotti, “O professor precisa saber, contudo, que é difícil para o aluno perceber essa relação entre o que ele está aprendendo e o legado da humanidade. O aluno que não
perceber essa relação não verá sentido naquilo que está aprendendo e resistirá à aprendizagem”.
No trimestre passado, trabalhei com meus alunos sobre os índios, em Estudos Sociais.
Tenho dois alunos que são primos e são de origem indígena, além do trabalho de
pesquisas proposto à turma, os alunos fizeram cartazes de como os índios viviam e como os índios vivem agora, o que herdamos dos índios.
Explorei as experiências e relatos de vidas, destes alunos, as histórias contadas pelos avôs deles e trouxeram objetos que tinham em casa, da cultura indígena.
Realizando as atividades das interdisciplinas percebi o quanto elas estão interligadas,
como relatei nos questionamentos de tempo e espaço, sob o enfoque das disciplinas de ciências e história. Como também, percebi ao realizar a atividade de matemática sobre Espaço e Forma, atividade 2.
Nesta atividade de matemática os alunos deveriam montar maquetes sobre sua rua, seu bairro ou cidade, atividade que sempre foi realizada na disciplina de Estudos Sociais, mas que também, está interligada com matemática, analisando as formas geométricas utilizadas na construção das maquetes e a observação do entorno social .
Possibilitam a integração com o trabalho de Educação Artística e estudo do meio.
Analisando o trabalho do semestre, hoje tenho outra visão sobre o ensino destas disciplinas, pois ao planejar atividades irei integrá-las e explorá-las, proporcionando aos alunos a construção do conhecimento.
Destaco como importante para a minha aprendizagem pessoal e profissional, a leitura dos textos das interdisciplinas, a realização das atividades que me fizeram um convite à descoberta e a exploração no ensino de matemática, ciências e estudos sociais.
Aprendi que, eu como professora sou mediadora e devo levar meus alunos a pensar, a questionar, despertando neles o prazer em aprender, conhecer e construir a minha prática de ensino com meus alunos.

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Postagem sobre o trabalho da Interdisciplina Seminário Integrador IV.

Síntese dos 4 textos relativos a perguntas.


As crianças formulam teorias sobre o mundo, elaboradas a partir, de suas experiências e vivências.
A construção de pré-conceitos e a forma em que elas organizam as idéias, é bem parecida com o processo científico.
Cabe ao professor considerar as concepções formuladas pelas crianças, quando chegam à escola.
Adultos e crianças desenvolvem o “senso comum”, que são idéias que acreditamos, mas que não correspondem à expectativa cientificamente correta.
As idéias ingênuas que as crianças têm quando formulam teorias devem nos interessar, porque para elas uma mudança conceitual é bem difícil. Tanto adultos e crianças resistem em abrir mão de conceitos elaborados por eles mesmos, ainda que tenham aulas sobre o assunto que os contradiz completamente estas idéias e pré-conceitos.
O papel fundamental da escola é aproximar os alunos do conhecimento construído, e é muito importante para o desenvolvimento da criança, que o professor desequilibre, estas idéias pré-concebidas, pois só assim, o aluno passa a ter dúvidas sobre elas e através destas dúvidas podem rever seus conceitos e reconstruí-los.
As crianças são curiosas e motivadas a descobrir, a entender e a explicar conforme o seu entendimento o mundo que as cerca.
É a questão que determina a atividade mental em certa direção. Buscam respostas quando há uma pergunta.
Nossas escolas ainda são tradicionais, a proposta de trabalho é do professor, infelizmente nós professores estamos acostumados a pensar pelos alunos.
O aluno pergunta e o professor já tem uma resposta pronta.
Precisamos enfrentar este desafio e aprendermos a ser mediadores, em busca do entendimento do raciocínio e dos interesses dos alunos, lançando questões desafiadoras que apontam novas perspectivas e que introduzem informações diferenciadas das já existentes.
Os alunos precisam ser questionados para desestabilizar, para provocar discussões, ser instigados a refletir, analisar e criticar, sendo de suma importância para sua formação e para no futuro ser cidadãos críticos e questionadores, que não aceitam o que lhes é imposto, que se posicionam diante das circunstâncias.

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Postagem sobre o trabalho da Interdisciplina de Estudos Sociais.




Com as leituras deste semestre, aprimorei meus conhecimentos sobre o ensino de estudos sociais e percebi a minha mudança interna, quanto ao enfoque das minhas aulas, procurando despertar nos meus alunos a curiosidade, a serem críticos e comecei a escutá-los mais, conhecer a realidade e suas histórias de vida e a trazer estas informações para as minhas aulas.
Segundo Gadotti, “O professor precisa saber, contudo, que é difícil para o aluno perceber essa relação entre o que ele está aprendendo e o legado da humanidade. O aluno que não
perceber essa relação não verá sentido naquilo que está aprendendo e resistirá à aprendizagem”.
No trimestre passado, trabalhei com meus alunos sobre os índios, em Estudos Sociais.
Tenho dois alunos que são primos e são de origem indígena, além do trabalho de
pesquisas proposto à turma, os alunos fizeram cartazes de como os índios viviam e como os índios vivem agora, o que herdamos dos índios.
Explorei as experiências e relatos de vidas, destes alunos, as histórias contadas pelos avôs deles e trouxeram objetos que tinham em casa, da cultura indígena.

Foi muito construtivo trabalhar desta forma com os alunos.

Dois alunos, que são primos e são de descendência indígena, trouxeram o arco e flecha para mostrarem aos colegas e enriquecer a apresentação do seu trabalho.











Realizei também, com meus alunos a atividade da linha do tempo.

Cada aluno fez sua linha do tempo relembrando fatos importantes que marcaram suas vidas desde a data de seu nascimento, repressentaram com desenhos.















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Postagem sobre o trabalho da Interdisciplina de Ciências.




A partir da atividade presencial, da atividade com os alunos e das leituras sugeridas, escreva sobre a seguinte questão:
“Como esta atividade pode auxiliar na introdução de temas científicos a serem estudados pelas crianças? “








Essa atividade pode nos auxiliar a perceber o grau de conhecimento, que o aluno tem quanto as suas construções e da leitura que faz do mundo.
Quando realizei esta atividade com meus alunos foi bem no período do 1º trimestre, que estavam aprendendo sobre células.
Observei que alguns alunos desenharam as células com a representação também, das partes que formam as células, dando suas nomenclaturas.
Fizeram a associação da palavra ao conteúdo estudado.
Saliento também, que a mídia tem uma influência muito grande sobre as pessoas e em especial as crianças que estão em formação, a todo instante nos deparamos com apelos visuais sobre elementos da vida, da natureza e dos seres vivos em geral.
As palavras que são facilmente associadas e comercializadas com a mídia, as crianças representam automaticamente, mas percebemos certa insegurança, ao representarem outras palavras que não são tão exploradas ou que eles não têm o conceito pronto.
É também, uma excelente atividade para a formação de conceitos sobre um determinado tema a ser estudado.
É possível fazer um comparativo junto com os alunos, sobre as suas representações e juntos formarmos um conceito geral da turma sobre um determinado tema ou vários conceitos.



Ciclos da Natureza: Noções de Tempo e Espaço


Vídeo BALANCE cujo endereço está no link abaixo:


http://br.youtube.com/watch?v=ZJWT3p7uM6Y



Enquanto a ocupação era ordenada, houve certo equilíbrio, mas no momento em que a caixa aparece, há um desequilíbrio e para que a ocupação continue equilibrada os movimentos devem ser estudados antes de serem feitos, podendo ocasionar um novo desequilíbrio.
Com a ação de um dos ocupantes ter pescado a caixa, acelerou o desequilíbrio e também, em função desta descoberta da caixa todos queriam explorá-la desordenadamente e depois que um dos ocupantes daquele espaço descobriu o som que ela emitia, a disputa, a cobiça e a destruição entre eles começou a ser gerada.

A proposta do filme com o desequilíbrio ambiental, posso citar a Amazônia como exemplo.
Enquanto os habitantes do nosso planeta exploravam os recursos da natureza desordenadamente, acabando com as florestas, poluindo rios, extinguindo animais não se importavam com as riquezas, que estavam desperdiçando e que um dia, tudo poderia acabar.
É o que está acontecendo com a Amazônia, o mundo destruiu suas florestas, exterminou animais, poluiu rios e hoje seus olhos estão voltados para a exploração e cobiça da Amazônia e o que é lamentável, que daqui mais alguns anos, num futuro nem tão distante, irão acontecer muitos conflitos entre povos pela apropriação deste santuário ecológico.
A proposta do filme com o desequilíbrio ambiental, posso citar a Amazônia como exemplo.
Enquanto os habitantes do nosso planeta exploravam os recursos da natureza desordenadamente, acabando com as florestas, poluindo rios, extinguindo animais não se importavam com as riquezas, que estavam desperdiçando e que um dia, tudo poderia acabar.
É o que está acontecendo com a Amazônia, o mundo destruiu suas florestas, exterminou animais, poluiu rios e hoje seus olhos estão voltados para a exploração e cobiça da Amazônia e o que é lamentável, que daqui mais alguns anos, num futuro nem tão distante, irão acontecer muitos conflitos entre povos pela apropriação deste santuário ecológico.
A proposta do filme com o desequilíbrio ambiental, posso citar a Amazônia como exemplo.
Enquanto os habitantes do nosso planeta exploravam os recursos da natureza desordenadamente, acabando com as florestas, poluindo rios, extinguindo animais não se importavam com as riquezas, que estavam desperdiçando e que um dia, tudo poderia acabar.
É o que está acontecendo com a Amazônia, o mundo destruiu suas florestas, exterminou animais, poluiu rios e hoje seus olhos estão voltados para a exploração e cobiça da Amazônia e o que é lamentável, que daqui mais alguns anos, num futuro nem tão distante, irão acontecer muitos conflitos entre povos pela apropriação deste santuário ecológico.



Adaptada do artigo: AS ATIVIDADES DE CONHECIMENTO FÍSICO: UM EXEMPLO RELATIVO À SOMBRA. de Maria Elisa Rezende Gonçalves e Anna Maria Pessoa de Carvalho. Faculdade de Educação/USP - São Paulo-SP.
Essa atividade deverá ser planejada e executada com seus alunos. Aquelas (eles) que não têm docência em alguma turma deverão planejar com um (a) colega ou com seus familiares e amigos.
Recorte em cartolina branca e preta, as seguintes figuras com as medidas indicadas:

Esta atividade deverá ser realizada preferencialmente ao ar livre sob a luz do sol ou em sala de aula com a utilização de lanternas.







1 - Distribua seus alunos em grupos de 3 componentes. Peça a eles que obtenham sombras iguais com dois recortes diferentes. Use um fundo branco (lençol, cartolina, etc.) no chão para a projeção das sombras.Circule pelos grupos e anote algumas das soluções encontradas.


Realizei esta atividade em sala de aula, a posição solar da sala propiciou no turno da manhã, a experiência.
Num primeiro momento, observei que eles queriam manipular os recortes, fazendo sombras com eles, estavam curiosos.


2 - Solicite aos alunos que associem duas figuras diferentes para formar outras sombras. Registre, no mínimo, cinco dessas sombras.

Eles ficavam testando e alguns não se convenciam, de que a sombra não era igual a do objeto.
Eles inclinavam os recortes testando os pares de figuras e encontraram muitas dificuldades com a sua própria sombra.
Para encontrar sombras iguais, com recortes diferentes foram testando até que um grupo conseguiu aproximando e afastando da mesma forma, quando gritaram que haviam conseguido, os demais começaram a fazer da mesma forma.
Alguns alunos já sabiam fazer sombras com as mãos e também, trouxeram essa experiência.




3 – Propomos algumas questões para o debate com os alunos:Para haver sombra, é necessário haver luz?Sombra é o mesmo que escuro?O claro e o escuro modificam nossas atividades diárias? Há atividades que só são feitas no claro? E no escuro? Quais?Dê exemplos de fenômenos da natureza que ocorrem no claro e no escuro?Qual a importância das sombras na natureza? Cite alguns fenômenos em que se percebe essa importância.A sombra de uma árvore é igual durante todo o dia? Por quê?


4 – Como definir sombra?
A partir do debate com seus alunos, elabore, por meio de uma construção coletiva, um conceito para sombra. Escreva no quadro para que todos vejam/anotem.

Apresente um relato sobre a estratégia desenvolvida e a construção do conceito de sombra. Publique no Webfólio da disciplina no Rooda .



Após várias tentativas e eles terem anotado suas observações, formamos um círculo para as crianças contarem o que fizeram e mostrarem suas soluções encontradas para o desafio.
A ansiedade foi grande, todos queriam relatar suas observações.
A medida que eles relatavam suas experiências, os outros colegas iam complementando.
A frase que mais escutei foi “A luz bate na figura e faz a sombra”.
Eles estabeleceram uma relação entre uma fonte de luz na formação da sombra.
Um aluno comentou das nuvens, que tapam o sol fazendo sombra.

Definiram o conceito de sombra como algo que impede a passagem de luz e acaba refletindo em forma de sombra.








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Postagem sobre o trabalho da Interdisciplina de Matemática.

Neste semestre com a Interdisciplina de Representação do Mundo pela Matemática aprendi que, as crianças quando chegam à escola muitas delas já sabem contar e muitos professores realizam somente exercícios de escrita dos numerais e de correspondência de números e conjuntos. Porém, contar de memória é bem diferente de contar com significado, isto exige uma estrutura lógica – matemática construída pela criança.
Para Piaget, os conceitos lógicos precedem os numéricos.
O conceito de número baseia-se na formação e sistematização da mente em duas operações: classificação e seriação.
Quando a criança age intensamente sobre os objetos em atividades como quantificar coleções significativas para ela é que ela poderá construir progressivamente a estrutura do número que é a base para todo o conhecimento lógico-matemático.
O professor deve aproveitar a bagagem cultural que a criança traz de seu meio social e a partir desta explorar suas concepções de mundo tornando-a consciente de seus atos e do motivo das coisas se constituírem como são.
As habilidades lógicas matemáticas são muito importantes para o aluno, mas também, é necessário que eles tenham a oportunidade de desenvolverem suas competências espaciais, corporais, intelectuais, intrapessoais e interpessoais.
Através das brincadeiras podemos explorar idéias sobre número de um modo diferente do tradicional, pois brincar passa a ser não só uma atividade lúdica, mas também, um modo de obter conhecimentos, além de adquirir hábitos e atitudes importantes.





Classificar é agrupar considerando semelhanças de objetos


Classificação











Seriar é ordenar a partir da análise das diferenças dos objetos.

Seriação









Um exemplo é o trabalho com os blocos lógicos, o importante é deixá-lo ao alcance da criança para que explore o material. Assim
que manteve um bom contato, podemos lançar desafios para que formule hipóteses:

- Dê uma peça como esta.
- Dê mais uma como esta.
- Agora separe os parecidos.
- Existe outra maneira de separar os parecidos?
- Podemos separar os parecidos de outra forma ainda?

O importante é que a criança crie estratégias, ela deverá perceber que existem os grupos das cores, do tamanho, das formas, das espessuras.
A próxima etapa é a da seriação, a qual é explorada a construção de série.

Exemplo de atividades:

- formar fila por tamanho dos alunos (do maior ao menor);
- propor atividades com diversos tamanhos de cabo de vassoura para ordená-lo;
- ordenar brinquedos da sala de aula.

Além do material diversificado, o professor poderá explorar o jogo-matemático da "Centopéia". O jogo consiste em um saquinho com vários de círculos de cartolina nas cores azuis, amarelas e vermelhas, e de um tabuleiro com o desenho da centopéia.
No tabuleiro está o desenho da centopéia com alguns círculos do corpo colorido, a criança retira do saco um círculo (é importante que não veja qual a cor escolhida), se fizer parte da seqüência ela completa o corpo, se for outra cor que não a da ordem dada, coloca o círculo de volta e espera a sua próxima jogada. Neste jogo a criança estabeleceu uma seqüência de cores que deve ser seguida.

O trabalho com a classificação, seriação e quantificação são decorrentes das relações que a criança faz entre os objetos.
Estas atividades iniciais auxiliam a criança a construção do número, a relacionar o numeral à quantidade.





Números e Operações


Campo Aditivo não é restrito à adição.
Campo Multiplicativo não trata apenas de multiplicação.
Ambos supõe exploração de problemas matemáticos, alternância entre as operações complementares, variação no estilo da pergunta, resolução por estratégias não necessariamente vinculadas a algoritmos padrão, discussão e confronto de estratégias entre os alunos, entre outras características.











Quadro comparativo publicado pela revista Nova Escola – referência citada anteriormente.

Atividade proposta para promover o desenvolvimento de conceitos no campo aditivo, com alunos do 2° ano:

Nessa atividade os alunos jogam dados e percorrem a pista de acordo com os pontos obtidos.







Problematização

Sophia estava participando do jogo Fórmula. Tirou um 5 na jogada do dado e seu carrinho foi parar na casa de número 13.
Em que casa o carrinho estava antes?
Esse é um problema no qual uma das parcelas está ausente e o que deve ser calculado é o estado inicial de uma transformação aditiva.

Proposto sem a situação concreta do jogo é bem possível que os alunos o resolvam por ensaio e erro, possivelmente juntando dois a cinco, depois três a cinco, e assim por diante até chegar ao número 13.
Se o problema advém de um jogo, o aluno se vale do contexto para refletir e usa, no caso descrito, uma reta numérica naturalmente oferecida pelo tabuleiro do jogo. Para favorecer a conclusão de que o problema pode ser resolvido por meio da subtração, a realização da operação inversa de avançar (no circuito do jogo) é fundamental: o inverso de avançar é retroceder.











Campo aditivo e multiplicativo.

Os desenhos ficam bonitos quando coloridos com lápis de cera.





Cada grupo tem ....... lápis.
Quantos grupos de lápis são? .......
Qual é o total de lápis? ........

Espaço e Forma


Modificar as atividades publicadas de acordo com os comentários realizados pela equipe da
interdisciplina, indicando a fonte de pesquisa da internet pelo respectivo link e o livro pelo nome do
livro, do autor e da editora, as páginas consultadas e o ano de publicação do livro.

Espaço e Forma

O trabalho com a geometria tem por objetivo capacitar o aluno a analisar e compreender melhor o espaço que o rodeia, tornando-o apto a codificar as imagens que vê, fazer e compreender as comunicações visuais que encontra no seu cotidiano.

Podemos planejar atividades que propiciem o estabelecimento de relaçõesespaciais no objeto, para isto propomos:

Com os objetos cotidianos:realizar atividades de armar e desarmar, o que lhe permitirá estabelecer relações inversas. Por outro lado poderão agrupar objetos por semelhança, estabelecendo ao mesmo tempo relações de diferença. Os alunos chegarão então a comparar objetos de seu entorno em função de suas qualidades físicas, descobrirão propriedades dos mesmos, tais como a cor, a textura, o sabor, o que serve para comer, vestir, entre tantas outras. Logo que as atividades se centralizem em atributos como a forma e o tamanho haverão ingressado no âmbito da Geometria. Até então a exercitação não implica conteúdos matemáticos específicos, mesmo quando sirvam de base para o conhecimento dos corpos. É importante que os alunos manipulem corpos da mesma forma, mas de diferentes tamanhos, e logo verbalizem o que fizeram. A experiência nos diz, muito freqüentemente, que as crianças costumam identificar a embalagem de achocolatado como um cilindro. Raras vezes, em compensação, reconhecerão em uma moeda ou em um bloco lógico, por sua pequena altura.

Com os corpos geométricos:
deslocamentos como com o resto dos objetos acima mencionados. Inclusive podem ser planejadas atividades de modo que o grupo trabalhe ao mesmo
tempo com corpos geométricos e objetos cotidianos que tenham a forma dos primeiros. A apresentação dos corpos geométricos favorece a centralização na forma como atributo.
A exploração leva os alunos a observarem, por exemplo, que alguns corpos têm pontas e outros não, que alguns são achatados e outros altos. Os
deslocamentos se provocam ao deslizar os objetos sobre a superfície de uma mesa, chutando uma bola e de muitas outras maneiras. Salientamos que não se trata aqui de que os alunos transportem os objetos de um lado a outro, mas sim de que efetuem ações para que os objetos se desloquem.
A partir destas experiências distinguirão os que rolam dos que não o fazem e, posteriormente, que alguns rolam às vezes e outros sempre. Muitas
dessas situações vinculam-se com o campo das explorações em ciência e tecnologia, e também darão lugar a verbalizações onde se analisem e debatam causas e conseqüências. Na busca das explicações acerca desses fatos poderão chegar ao conceito de faces planas e curvas. É provável que inicialmente os estudantes chamem redondas às faces curvas. O professor deve propor a observação da base de um cone ou cilindro para que estabeleçam a diferença entre redondo e curvo. A base de um cilindro é plana e redonda, ou,propriamente falando, plana e circular. O professor deve questionar de modo que os alunos percebam que os poliedros permanecem em equilíbrio quando deixados sobre uma superfície plana, pois todas as suas faces são planas.
Poliedros, do grego poli, muitas e edro, faces. É fundamental a intervenção apropriada do professor como uma forma de evitar a fixação de idéias prévias que possam dificultar novos aprendizados.Com o cilindro, o cone, a pirâmide, o prisma, o cubo e a esfera poderão se realizar atividades exploratórias e de
As Propriedades Geométricas nas Figuras Planas chamamos de figura bidimensional ou plana à forma das faces dos corpos.
Devemos saber que, se não houvesse um corpo, tais faces não existiriam na realidade. As atividades de contornar, carimbar e as projeções de sombras permitem a passagem do espaço ao plano; deste modo propicia-se seu reconhecimento. Conseqüentemente, os alunos poderão realizar a
diferenciação entre corpo e figura. Os jogos com corpos, blocos lógicos, tijolinhos ou blocos de construção devem levar à diferenciação entre a forma


dos corpos e a forma de suas faces. Isto é, a folha de papel na linguagem cotidiana é chamada de “retângulo” e os blocos lógicos são chamados de
“círculos” ou “quadrados”. No entanto, para a linguagem matemática trata-sede corpos.
Seguindo este caminho, o reconhecimento das arestas – “beiras”- permite diferenciar linhas retas ou curvas, que representam as fronteiras das
superfícies. Os vértices – “quinas” ou “pontas” – dos corpos aproximam a idéia do ponto como fronteira das linhas. Novamente as atividades de demarcação constituem um meio eficaz para o uso da linguagem matemática.
Ainda dentro do terreno das propriedades geométricas, as figuras classificam-se em côncavas ou convexas. Estas idéias poderão ser trabalhadas
mediante jogos de regiões marcadas no chão, por exemplo, uma região circular-convexa-e outra com a forma de um rim.
O trabalho com ampliação e redução de figuras, desenvolve a percepção geométrica nos alunos, além de ser extremamente atraente para eles. Quando fazemos ampliações ou reduções encontramos duas figuras semelhantes, mas não necessariamente do mesmo tamanho. É a ampliação e a redução de figuras que utilizamos para a construção de maquetes e de mapas.






Ao realizar a atividade 2, de matemática sobre Espaço e Forma, que os alunos deveriam montar maquetes sobre sua rua, seu bairro ou cidade e percebi que esta atividade que sempre foi realizada na disciplina de Estudos Sociais, mas que também, está interligada com matemática, analisando as formas geométricas utilizadas na construção das maquetes e a observação do entorno social possibilitam a integração com o trabalho de Educação Artística e estudo do meio.















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Visita à Nortran - CONORTE, no dia 11.07.2008.


Wednesday, July 23, 2008

 

Apresentação do meu portfólio de aprendizagem, no dia 09.07.2008.











Encerramento do semestre do PEAD - UFRGS, aula presencial, apresentação do portfólio de aprendizagens do semestre sob a orientação da Profª Maria Aparecida Bergamasch, da Inerdisciplina Representação do Mundo pelos Estudos Sociais.

Sunday, July 06, 2008

 

Meus alunos.





























Meus alunos da Turma 41, da Escola de Ensino Fundamental Toyama posando para foto, depois de enfeitarem a sala de aula, para a Festa junina.
Festa Junina na Escola Estadual de Ensino Fundamental Toyama.


Casamento na roça, Profes Hilário (História e Geografia) e Lígia (Diretora), atuando como pais da noiva.










Eu com chapéu de caipira e minha aluna Raisa, na Festa Junina, no ginásio da escola.





Minha aluna Raisa.




Minhas alunas Thayná e Raisa






















 

Curso na 1ª CRE - Capacitação Ed. Física nos anos iniciais.





Participei no dia 09.06.2008, na 1ª CRE, do Curso de Capacitação Educação Física nos anos iniciais, ministrado pela Profª Gilca da UNILASALE e a Profª Joice da Escola 1º de Maio.








 

Ciências - Confecção de Esqueleto.









No trimestre passado, trabalhei com meus alunos o sistema ósseo, eles confeccionaram um esqueleto, identificando os ossos e observando o maior osso e os menores e através do encaixe com barbante das peças (ossos), observando a função das articulações.





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Confecção de brinquedo com sucata - Bilboquê.



Semestre passado, gostei muito das interdisciplinas e das sugestões de atividades que aprendemos e estou colocando em prática o que aprendi.
Nos dias de hoje, em que as crianças só sabem brincar com jogos eletrônicos achei super importante trabalhar com eles, a confecção de um brinquedo de suacata.
Aliando a importância da reciclagem e unindo a brincadeira, tudo fica mais divertido para as crianças.
No trabalho da interdisciplina de Ludicidade, no semestre passado, confeccionei um brinquedo com garrafa Pet que foi o bilboquê.
Resolvi aplicar com meus alunos, foi uma novidade para eles, ficaram eufóricos e adoraram o brinquedo e pretendo trabalhar com eles outros brinquedos, também.
A interdisciplina de Ludicidade foi muito significativa para mim, porque quando fiz Magistério, há 18 anos atrás, nos ensinavam jogos pedagógicos, as brincadeiras sempre aliadas a um conteúdo.
Com esta interdisciplina aprendi o quanto é importante a criança poder brincar, mesmo em sala de aula, em momentos reservados à brincadeira, a ludicidade é importante para o desenvolvimento da criança.
























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Cantinho da Leitura.




Para incentivar a leitura com meus alunos, disponibilizei uma caixa com alguns livros e combinei com eles de trazerem doações de livrinhos infantis e gibis para leitura.
A turma foi bem solidária e enchemos a caixinha com livrinhos.
Eles criaram o hábito de pegarem livrinhos quando terminam uma atividade ou até mesmo para ver as novidades e levar para casa para ler.




Disponibilizei também, uma caixinha com várias atividades de todas as disciplinas.



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Atividade de Artes - Releitura de Imagens.

Apliquei com meus alunos, uma atividade muito interessante, que aprendi no semestre passado, na interdisciplina de artes.

Releitura de Imagens.

Dividi a turma em grupos, e cada grupo recebeu uma imagem e uma folha de ofício branca.
Os grupos deveriam descrever por escrito na folha, todas as características da imagem, como eles viam.
No segundo momento, recolhi as imagens e as folhas e cada grupo recebeu a folha de um outro grupo e uma folha de papel pardo.
As imagens ficaram comigo em segredo.
Os alunos de posse da descrição do outro grupo, deveriam desenhar conforme o que estava escrito na folha, segundo a percepção do outro grupo.
No terceiro momento, os alunos deveriam apresentar os desenhos feitos por eles e ler a descrição que receberam do outro grupo e só depois conferir a imagem original.




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