Friday, February 06, 2009

 

Projeto de Aprendizagem: Computador e Internet, necessidade ou vício?



Foto retirada do site: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EDG76953-6014-464-1,00-O+VICIO+DO+NOVO+SECULO.html


Estamos vivendo num período, em que a vida está em modificação constante, mais rápido do que podemos acompanhar.

Com a chegada do computador e a sua popularização, bem como dos recursos que dele dispomos invade nossas vidas sem que possamos evitar como em Bancos, supermercados, lojas, escolas, a segurança de nossas casas e empresas, movimentações bancárias, compras, observar notas nas escolas, realizar trabalhos escolares e profissionais, pesquisas, etc...

Parando para refletir percebemos o quanto estamos envolvidos com a informática, mais até do que se possa pensar.

Com este projeto paramos para fazer algumas reflexões sobre estas evoluções e o que isso tem de favorável e até onde pode ser prejudicial.

O uso da Internet, ou dos recursos disponíveis via modem no momento, facilita a vida e pode nos possibilitar uma sobra de tempo para podermos realizar outras atividades. Economia de tempo, gera maior produtividade no dia-a-dia de nossas vidas. Só que essa economia de tempo deveria servir para gerar mais tempo para o nosso lazer e descontração, para a família, amigos, namoros, passeios, viagens. Se sobra mais tempo e as pessoas acabam por procurar mais trabalho, de que adianta nossa economia de tempo? Será que só sobrar tempo para produzir mais trabalho é o caminho indicado? Quando se deixa de ir ao banco para realizar alguma movimentação bancária que o cliente pode fazer de sua casa ou escritório, economizou no mínimo meia hora. O que foi que este cliente, que passou a ser um indivíduo com mais meia hora, fez com essa sua meia hora que ganhou?



Sobreviver sem a Internet é difícil depois que se percebe as inúmeras facilidades de que dispomos com o clique de um mouse. Mas por que deveríamos sobreviver sem ela? Por que não viver e conviver com ela?

A Internet colocou ao alcance de uma grande quantidade de pessoas um mundo virtual, mas que o mesmo é composto de criações de fatos reais ou imaginários, mas se originam de pessoas reais de carne e osso, não de chips e de memória ram, uma vez que a máquina não trabalha sozinha. Como tudo na vida, temos as boas informações e as más informações, temos as boas pessoas e as más pessoas. Faz parte da vida, assim como temos que fazer várias escolhas na vida, agora temos também a Internet para fazermos escolhas, como se escolhe um programa de Tv, um filme no cinema, um papo com um amigo, uma profissão, sempre estamos fazendo avaliações de acordo com o que necessitamos ou desejamos. Na Internet, as informações não tem filtro e chegam na velocidade da luz, ou seja, é só o tempo de alguém apertar alguns botões, algumas letras e pronto, já está tudo ao alcance de todos.

Por causa desta velocidade, existe uma necessidade veloz de se informar e instruir melhor os usuários deste meio de comunicação. As crianças que não recebem orientação são as mais atingidas pelo volume de informação que podem ser ou não bem interpretadas.

Para quem vê na Rede um ponto de negatividade, provavelmente chegou a ultrapassar o limite do bom senso, e se decepcionou quando não obteve o resultado esperado. Ou então, nem chegou a conhecer os recursos disponíveis por medo, falta de informação, sem perceber, que ao ir ao banco ou ao supermercado, já está fazendo uso dos recursos da informática.

Os recursos de bate-papo, disponíveis em chats, ou programas que possibilitem conversar com pessoas distantes, são muito ricos e úteis quando utilizados de forma adequada, sem prejudicar o andamento diário da vida de cada um. É fascinante poder conhecer pessoas de culturas diferentes, as quais nunca se viu e nem se sabe se será possível ver algum dia. Poder trocar informações, pedir ajuda num trabalho, trocar arquivos, ler, escrever numa linguagem nova e diferente, isso só é possível neste mundo da Rede. É poder matar curiosidade, conhecer um mundo que ultrapassou nossas paredes, nossa cidade, nosso estado, nosso país, nosso mundo inteiro, é conhecer o universo ao "teclar" com uma pessoa, com dez pessoas, com vinte pessoas, com trinta pessoas. Sabe o que é poder estar ao mesmo tempo com trinta pessoas de qualquer parte do mundo conversando ou observando o que se conversa? É ir quase que além da imaginação, é um exercício da agilidade, da fantasia, de emoções, de vocabulários, de criatividade, de pensamentos, da inteligência... É rir, chorar, brigar, xingar, discutir, mentir, falar a verdade,... Poder ser alguém, qualquer alguém.

É isso o que tem fascinado inúmeras pessoas, e fazendo elas ultrapassarem seus próprios limites. Perdendo a noção do certo e errado, do antes e do depois, do ontem e do amanhã. Mas algumas dessas pessoas crescem, amadurecem e aos poucos conseguem perceber o que têm acontecido com elas. Assim como a Rede pode vir a se tornar um vício, como qualquer outro, é necessário se informar. A orientação dos que mais conhecem e entendem deste meio de comunicação é fundamental para os usuários. Aos que não conhecem, cabe o papel de orientar sobre as informações disponíveis no meio, o limite do que é certo ou errado, bom ou ruim. Vai depender de cada usuário, do meio que ele cresceu, da educação, do padrão de vida, da moral, da cultura, da sociedade que vive. A Rede é só mais um recurso disponível ao alcance do Homem e criado por ele. E como tudo no mundo, o uso adequado requer diálogos, esclarecimentos, orientação e vontade de todos.

Por que será que o mundo de chips, de bites, de modem, de memórias rans, de cameras, de sons, de poesias, de cultura, de pornografia, de ciência, de hackers, de filosofia, da evolução, de perigo,... vêm fascinando mais do que a vida que ele levava antes? Quando algo fascina, se faz qualquer coisa para permanecer assim, é sinal que está agradando, dormir tarde, pagar contas absurdas de telefones, comprar uma linha de telefone, aumentar a velocidade do modem, investir em equipamento, é tudo conseqüência. Por que a vida diária perdeu a graça? Andar, conversar, namorar no virtual nunca será igual a um face-a-face. Então por que permanecer neste mundo diante de um monitor? Será medo? Vergonha? Timidez? Falta de amor próprio? Insegurança? Carência? Solidão?

Ou será encantamento, necessidade de conhecimento, de realizar feitos inenarráveis, de ultrapassar limites, de provocar reações,... de simplesmente poder comunicar?

Vida saudável? Será que a vida saudável é só fazer exercícios diários, alimentar-se corretamente, tomar sol, ter uma boa noite de sono, não beber, não fumar? Sabemos que não, uma vida saudável requer muito mais do que isso, o Ser Humano precisa de mais coisas para ser saudável. Só que precisa lutar para buscar complemento de sua saúde, física e mental. E para lutar, precisa acima de tudo sentir necessidade.

Devemos refletir sobre as seguintes questões: Passou dos limites? Que limites? Limites de quem ou de que? O que você tem feito com seus limites? Você tem limites?

Thursday, February 05, 2009

 

Ser adulto.






Ser adulto significa ter estabilidade emocional, financeira, definição de identidade profissional, social e assumir a responsabilidade pelo seu projeto de vida.
Na idade adulta, os relacionamentos afetivos são mais estáveis, há independência, responsabilidade pelo que faz jurídica e emocional, encara as próprias escolhas com danos, perdas e lida com isso sem culpar ninguém.
Os desafios da vida adulta são saber lidar com as frustrações, com os medos, as inseguranças e o fracasso.
O adulto aprende de maneira diferente das crianças e dos jovens, pois tem a experiência, como a mais rica fonte para o aprendizado e aprender pode mexer com conceitos e pré – conceitos.
Na fase adulta, a resistência torna-se maior ao aprendizado, a dúvida e o medo do desconhecido, chegando a bloquear totalmente a capacidade de aprender, de mudar comportamento e atitude e aplicar novos conhecimentos no dia-a-dia.

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Projeto de Aprendizagem: Estresse.

ESTRESSE





Esta pesquisa tem como objetivo instruir de forma informal sobre como o estresse afeta o organismo e como evitar os seus efeitos deletérios.
• A abordagem foi feita sem a intenção de se aprofundar o tema ou de transformar em uma referencia científica. Ele apenas procura alertar sobre os perigos de se viver uma vida desgastante sem preocupar com os avisos que o corpo nos dá.

• Além de servir como aviso também nos concentramos em apresentar formas alternativas que podem ajudar na melhora dos sintomas do estresse e favorecer a eliminação das suas causas.

Nosso grupo é composto pelos alunos:

• Cristiane

• Elise

• Evanice

• Glauber

• Marili

• Nair



O que é o Estresse?

• O estresse, seja ele de natureza física, psicológica ou social, é composto de um conjunto de reações fisiológicas que se exageradas em intensidade ou duração podem levar a um desequilíbrio no organismo. A reação ao estresse é uma atitude biológica necessária para a adaptação à situações novas.

• Selye descreveu os sintomas do estresse sob o nome de Síndrome Geral de Adaptação, composto de três fases sucessivas; alarme, resistência e esgotamento. Após a fase de esgotamento era observado o surgimento de diversas doenças sérias, como úlcera, hipertensão arterial, artrites e lesões miocárdicas.

• O estresse pode ser dividido em dois tipos básicos: o estresse crônico e o agudo. O estresse crônico é aquele que afeta a maioria das pessoas, sendo constante no dia a dia mas de uma forma mais suave. O estresse agudo é mais intenso e curto, sendo causado normalmente por situações traumáticas mas passageiras como a depressão na morte de um parente.
Tipos de Estresse :

Entre as principais causas do estresse, devemos citar:

Mudanças: uma certa dose de mudança é necessária. Entretanto, se as mudanças violentas podem ultrapassar nossa capacidade de adaptação;

Sobrecarga: a falta de tempo, o excesso de responsabilidade, a falta de apoio e expectativas exageradas;

Alimentação incorreta: não é apenas importante o que comemos, mas também como comemos;

Fumar: o cigarro libera nicotina que, na fase de menor concentração, já provoca reações de estresse leve, depois bloqueia as reações do organismo e causa dependência psicológica;

Ruídos: coloca-nos sempre em alerta, provoca a irritação e a perda de concentração desencadeando reações de estresse, que podem levar até a exaustão;

Baixa auto-estima: tende a se agravar o estresse nestas pessoas;

Medo: o medo acentua nas pessoas a preocupação sem necessidade, uma atitude pessimista em relação à vida ou lembranças de experiências desagradáveis;


Estresse no Trabalho:

• Um dos agravantes do Estresse no Trabalho é a limitação que a sociedade submete as pessoas quanto às manifestações de suas angústias, frustrações e emoções. Por causa das normas e regras sociais as pessoas acabam ficando prisioneiras do politicamente correto, obrigadas a aparentar um comportamento emocional ou motor incongruente com seus reais sentimentos de agressão ou medo.

• No ambiente de trabalho os estímulos estressores são muitos. Podemos experimentar ansiedade significativa diante de desentendimentos com colegas, da sobrecarga e da corrida contra o tempo, da insatisfação salarial e, dependendo da pessoa, até com o tocar do telefone. A desorganização no ambiente ocupacional põe em risco a ordem e a capacidade de rendimento do trabalhador. Geralmente as condições pioram quando não há clareza nas regras, normas e nas tarefas que deve desempenhar cada um dos trabalhadores, assim como os ambientes insalubres, a falta de ferramentas adequadas.



1. FIQUE ATENTO AOS SINTOMAS: pode ser uma súbita sensação de ansiedade ou cansaço exagerado. É mais fácil controlar o problema no estágio inicial.

2. PRATIQUE EXERCÍCIOS FÍSICOS: meia hora diária de ginástica três vezes por semana libera energia, reduz a ansiedade e melhora o humor.

3. COMA DIREITO: três ou quatro refeições diárias, feitas com calma, ajudam a relaxar. Alimentação balanceada – sem excesso de álcool, doces, salgadinhos e gorduras – ajuda o organismo a enfrentar a tensão.

4. NÃO ESQUEÇA O LAZER: reserve tempo para atividades que dão prazer, como ler um bom livro, ouvir música, adotar um hobby ou praticar esporte.

5. DIGA NÃO: quem aceita tudo, mesmo a contragosto, tende a acumular obrigações, tanto no trabalho como na vida pessoal. Tarefas além da conta resultam em ansiedade e frustração.

6. MUDE DE ATITUDE: você cria expectativas exageradas? Guarda muito rancor? São comportamentos responsáveis pelos piores quadros de stress. Tente ser mais flexível.

7. CONTE OS SEUS PROBLEMAS: mesmo que ninguém possa resolver a questão, só o fato de desabafar já é um alívio e tanto. Uma pessoa amiga, um religioso, um psicólogo ou um psicanalista são boas opções.

8. DÊ UM TEMPO: se você trabalha oito, dez horas por dia, pequenas pausas de hora em hora ajudam a relaxar. Cinco minutos bastam para esfriar a cabeça.

9. TRABALHO VOLUNTÁRIO: canalizar energia para ajudar outras pessoas pode reduzir a tendência natural de amplificar os problemas pessoais ou de prestar demasiada atenção a si próprio.

10. TENTE RELAXAR: uma técnica eficiente para aliviar a tensão do dia-a-dia consiste em aspirar o ar lentamente e tentar levá-lo para a parte inferior do pulmão. O objetivo é atingir uma respiração regular. Ajuda se a pessoa concentrar o pensamento em um ponto fixo, que pode ser uma frase.

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Aprendizagem na vida adulta.




O adulto, assim como a criança e o adolescente, não aprende ouvindo respostas prontas, ele inicia sua aprendizagem resolvendo problemas, relativos ao mundo físico ou social em que vive e levantando hipóteses sobre as transformações que devem ser implementadas.
Em relação, a este pensamento formal e ensino, vivencio esta situação no PEAD, em que construo minha aprendizagem, baseada em conceitos já existentes, de etapas vividas por mim, anteriormente, e que neste momento, através de leituras, discussões em fóruns e a realização de atividades que me fazem refletir e analisar sobre as teorias apresentadas.
Estas trocas de idéias e vivências com os colegas, sobre os temas apresentados, é um processo que se dá, no mundo de convivência, ao mesmo tempo em que, se dão no interior de cada uma de nós, alunas do PEAD.


Somos o resultado, das nossas permanentes transformações, nas trocas com o meio em que convivemos, e isto é, construído ao longo dos anos, tendo cada sujeito a sua história de educação.
Refletindo sobre minha história acadêmica, vejo o quanto aprendo com este curso, nos experimentos em sala de aula, em que aplico com os meus alunos, as técnicas aprendidas e a cada tarefa que nos é apresentada é exigido à análise e o nosso posicionamento, perante determinado assunto, isto me faz crescer como aluna, pois estou construindo meu conhecimento e aprendo muito mais, do que se estivesse no repasse de conteúdos prontos, como já vivenciei em outra universidade.

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Discutindo as fases do Adulto, segundo Erikson.


Segundo Erik Erikson, psiquiatra que desenvolveu a teoria da personalidade e seus "Oito Estágios de Desenvolvimento", a socialização da criança pode ser dividida em oito fases distintas, formuladas a partir do trabalho psicoterapêutico de Erikson com crianças e adolescentes de todas as camadas sociais.Cada fase é responsável por um "conflito sócio-emocional" do indivíduo, exigindo uma superação dessa crise para que se chegue ao estágio seguinte. Pode-se comparar o desenvolvimento emocional e social da criança à construção de uma casa: a fundação da casa precisa ser firme para que o primeiro andar se sustente, e assim por diante até o último andar. Da mesma forma, cada fase do desenvolvimento da criança é importante para que a próxima fase possa ser superada sem problemas.

As Oito Fases do Desenvolvimento Emocional Humano segundo Erikson:

0 a 1 ano - CONFIANÇA - aprendendo a confiar ao invés de desconfiarDurante os primeiros dois anos de vida, a criança desenvolve a confiança básica, a segurança e o otimismo. Como ela depende dos pais para tudo (alimentação, afeto, proteção), ela precisa confiar inteiramente neles. Para isso, é preciso que os pais a tratem com muito amor, atenção, apoio e paciência. Caso contrário, crescerá insegura e desconfiada.

1 a 2 anos - AUTONOMIA - a aprendendo a ser independente ao invés de sentir vergonha
O segundo conflito psicológico, segundo Erikson, ocorre durante a primeira infância, dos 18 meses aos 4 anos de idade. Nessa fase, a criança dá um grande salto no desenvolvimento: aprende a andar, a falar, a ir ao banheiro, torna-se independente e ganha auto-confiança.A criança que tiver uma boa orientação dos pais sairá dessa fase segura de si mesma, feliz com suas novas conquistas e orgulhosa, ao invés de tímida. É importante incentivar a autonomia das crianças nessa fase, mas isso não pode ser sinônimo de indisciplina. É comum que as crianças de 2 ou 3 anos façam cenas no meio da rua, se recusem a dar a mão para atravessar a rua, e digam "não" com muita facilidade. Cabe aos pais explicar carinhosamente o que a criança pode ou não pode fazer sem impedir que se desenvolva. A super-proteção também atrapalha o desenvolvimento e torna a criança dependente dos pais.

3 a 6 anos - INICIATIVA - aprendendo a ter iniciativa ao invés de sentir culpa
A terceira crise psicossocial ocorre entre os 4 e os 7 anos de idade. Nessa fase, a criança saudável aprende: (1) a imaginar, a brincar no mundo do faz-de-conta e da fantasia; (2) a cooperar com os outros; e (3) a dar e a receber ordens. Aprendem a equilibrar diversão e responsabilidade. A criança que é reprimida pelos pais nessa fase, sente-se culpada, cresce com medo, fica deslocada dentro do grupo, não tem iniciativa (depende muito dos adultos) e não desenvolve satisfatoriamente a imaginação e a criatividade. É importante que as crianças sejam encorajadas pelos pais a desenvolver sua criatividade, aprendendo a controlar seus impulsos sem se tornarem indisciplinadas.

6 a 12 anos - PRODUTIVIDADE - aprendendo a construir ao invés de se sentir inferiorA quarta fase surge no início da vida escolar (escola primária). Nessa fase a criança adquire noções básicas para a vida em sociedade, como: (1) relacionar-se com em grupo de acordo com regrais sociais; (2) brincar em grupo de forma organizada, seguindo regras; (3) ir à escola, aprender aritmética, leitura e estudos sociais. O dever de casa é uma tarefa que incentiva a auto-disciplina, que aumenta a cada ano do desenvolvimento. A criança que aprendeu, nos anos anteriores, a confiar, a ser independente e a ter iniciativa, será uma criança competente na escola e sem complexo de inferioridade perante os colegas.

12 a 18 anos - IDENTIDADE - descobrindo quem é para não se perder .
Dos 12 aos 18 anos, o adolescente aprende a responder à pergunta "Quem sou eu?". Porém até mesmo os adolescentes mais saudáveis psicologicamente vivem um momento de difusão da identidade: a granda maioria deles envolve-se em menor ou maior grau com delinqüência, confusão e revolta. Segundo Erikson, durante a adolescência sadia o indivíduo amadurece sua perspectiva de tempo. Este é o momento psicológico mais importante da vida do indivíduo: o jovem descobre o seu caminho e, a partir de suas dúvidas, define sua identidade. Caso os conflitos anteriores não tenham sido bem resolvidos, o adolescente terá dificuldades para enfrentar este grande momento de definição. Se tiver sucesso, assumirá papéis construtivos dentro da sociedade, ao invés de seguir o caminho da delinqüência, como acontece com o adolescente mal preparado psicologicamente. O adolescente saudável é capaz de planejar seu futuro, antever suas realizações e a lutar por elas, ao invés de ficar paralizado devido a sentimentos de inferioridade. Caso contrário, não conseguirá definir sua vocação profissional, sua orientação sexual e seu papel na sociedade.

19 aos 30 anos - INTIMIDADE - descobrindo o outro para não se isolarO adulto jovem e saudável já está preparado psicologicamente para ter intimidade afetiva e sexual com outra pessoa. Independente de seu sucesso profissional, o indivíduo só estará plenamente desenvolvido quando for capaz de ter intimidade com alguém. Aquele que não tiver alcançado a noção de intimidade terá problema para manter relacionamentos, terá medo de se envolver afetivamente e a depender de outra pessoa.

30 a 50 anos - CRIAÇÃO - aprendendo a gerar para evitar a estagnaçãoNa vida adulta, o indivíduo precisa produzir, criar, seja através da maternidade ou paternidade, seja trabalhando produtiva e criativamente. Segundo Erikson, as pessoas que são capazes de olharem para fora de si, para a família, terão a sensação de estarem contribuindo para as futuras gerações. Os indivíduos que não constituem família poderão sentir-se estagnados na meia idade. Caso o indivíduo supere as sete etapas anteriores do desenvolvimento psicossocial, é capaz de fazer julgamentos com maturidade e integridade. Sabe confiar, é independente e não tem medo de desafios. Trabalha pesado, enconrou seu caminho na vida e tem uma imagem de si mesmo que o satisfaz. Consegue manter uma vida íntima sem culpa, controle, arrependimento ou falta de realismo. Tem orgulho do que produz: seu trabalho, seus filhos, seus hobbies. Se uma ou mais etapas do desenvolvimento psicossocial não for bem resolvida, o indivíduo pode ter uma imagem ruim de si mesmo, viver insatisfeito, arrependido e desesperado.

a partir dos 50 - SABEDORIA - integridade do ego ao invés de desesperança Com a velhice chega o momento de reflexão sobre a vida e seu papel no mundo. É a hora do balanço de suas conquistas e seus fracassos. Se a pessoa está satisfeita com a vida que teve e sente que existe uma união entre ela e as pessoas que a rodeiam, aceitará a morte com integridade. Citando Erikson, a criança saudável não teme a vida, e o idoso saudável não teme a morte. Porém, se o indivíduo chega a essa idade insatisfeito e arrependido, muito provavelmente viverá momentos de desesperança e temor da morte.


Achei muito interessante as leituras da Interdisciplina Psicologia da Vida Adulta, pois nos fazem perceber e identificar as diversas etapas da nossa vida.
Eu me encontro na fase da criação, aprendendo a gerar para evitar a estagnação.
Realmente sou independente e não tenho medo de desafios.
Segundo Erikson,cada fase é responsável por um "conflito sócio-emocional" do indivíduo, exigindo uma superação dessa crise para que se chegue ao estágio seguinte. E eu senti esta crise quando completei 30 anos, fiquei deprimida com o peso da idade, me senti frustrada por ainda não ter realizado algumas coisas e fiz uma retrospectiva da minha vida, e comparei com o que havia feito até aquele momento e superei o conflito, traçando objetivos e metas que me comprometi comigo mesma, em cumprir e deu certo.

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Educação e as atribuições dos diferentes Sistemas de Ensino.





A denominação de Federalismo é feita à relação entre as diversas unidades da Federação, tanto entre si, quanto com o Governo Federal. É um sistema político em que Municípios, Estados e Distrito Federal, independentes um do outro, formando um todo que valida um governo central e federal, que governa sobre todos os membros. Os estados se reúnem para formar um Estado Federal, cada um conservando sua autonomia.
Descentralização caracteriza-se quando um poder antes absoluto passa a ser repartido, é a transferência de responsabilidades, distribuição de funções entre esferas ou níveis de governo.


O governo central se divide em três esferas: Federal, Estadual e Municipal e cada qual com as suas competências atuando de forma cooperativa.
Na Constituição de 1988 a opção política pela descentralização foi consagrada, as três esferas de governo contam com recursos próprios ou transferidos, na área das políticas sociais públicas sociais a Constituição prevê a descentralização da gestão e cooperação entre as esferas de governo.
Quanto à educação, os estados e municípios assumiram a oferta da educação básica, ficando a União com a competência de atuar diretamente na educação escolar através da manutenção e organização da rede federal de ensino.


A Constituição determina que seja de competência da União:
- O financiamento do sistema federal de ensino e prestação de assistência técnica e financeira aos estados e municípios.
- Autorizar, reconhecer, credenciar, supervisionar e avaliar cursos de educação superior.

E aos Estados compete:
- Priorizar o ensino fundamental e médio, garantindo o ensino fundamental obrigatório;
- Organizar, manter e desenvolver órgãos e instituições oficiais de ensino.
- Elaborar e executar políticas e planos educacionais, em consonância com as diretrizes e planos nacionais de educação, integrando e coordenando as suas ações e as dos sues municípios.
- Assumir transporte escolar aos alunos da rede estadual.


E aos Municípios compete:
- Priorizar a educação pré-escolar e o ensino fundamental, garantindo o ensino fundamental obrigatório.
- Organizar, manter e desenvolver órgãos e instituições de ensino.
- Baixar normas complementares para o seu sistema de ensino.
- Autorizar, credenciar e supervisionar os estabelecimentos do se sistema de ensino.
- Assumir o transporte escolar dos alunos da rede municipal.


São de competência comum as três esferas:
- Elaborar os planos de educação.
- Normatização da educação.
- Financiamento: cada esfera deve aplicar uma parte de suas receitas resultantes de impostos em educação – 18% é a parcela do governo federal e 25% a dos estados e municípios.
O sistema de ensino é o conjunto de campos de competências e atribuições voltadas para o desenvolvimento da educação escolar.
De acordo com a legislação brasileira, o sistema de ensino se divide em sistema federal, estadual e municipal tendo responsabilidades próprias ou compartilhadas e devem se organizar em regime de colaboração. A União deve articular-se no campo do planejamento, financiamento, gestão e avaliação.
A LDB, lista no seu artigo 9º, as atribuições dos três sistemas: elaboração do Plano Nacional de Educação, assistência técnica e financeira, estabelecimento de diretrizes para as etapas da educação básica, cumprir com as atribuições do Conselho Nacional de Educação.

Os estados e municípios possuem autonomia na execução e elaboração de políticas e planos educacionais, mas sofrem certas restrições e perdem um pouco sua autonomia nas questões referentes aos ajustes fiscais e também, quando se tratam dos recursos provenientes de programas sociais.
A descentralização permitiu aos estados e municípios uma maior autonomia e um avanço em direção a democracia, mas é importante que o governo cumpra com o repasse de recursos dos programas sociais.



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Reflexão sobre os tópicos abordados na Interdisciplina Gestão Democrática e Gestão da Educação Escolar.



Numa gestão democrática somente a eleição de diretores não garante a democratização da gestão da escola.
A democracia na escola por si só não faz sentido. Ela só faz sentido se estiver articulada a uma concepção de democratização da sociedade.
É preciso preparar cada professor para assumir em qualquer momento a posição de dirigente democrático da escola, também, é necessário democratizar a tomada de decisão e as relações de poder. Não se pode confundir isso com descentralização da execução de tarefas organizacionais.
Os instrumentos de democratização da tomada de decisão e das relações de poder na escola são a construção coletiva do PPP – Projeto Político Pedagógico, formação e fortalecimento do conselho escolar, bem como, compreensão da administração como atividade e concentração de esforços coletivos para a execução dos fins da educação.O caminho para a democratização da tomada de decisões e das relações de poder na escola é a compreensão do princípio de que a educação é um processo de emancipação humana, pois, de pouco adianta o coletivo da escola discutir mecanismos de gestão sem discutir antes uma concepção de sociedade e, por conseqüência, de educação, que oriente o trabalho coletivo na escola.
É preciso compreender de que a busca da gestão democrática da escola só faz sentido se estiver articulada a um projeto de democratização da sociedade em geral, a construção do PPP, a formação e fortalecimento do conselho escolar.
Compreensão de que a administração é atividade meio e concentração de esforços coletivos para execução dos fins da educação e do PPP da escola.
Os gestores precisam tomar cuidado para não transformar a atividade meio em atividade fim em si mesma, gerenciando a rotina e tornando-se administração burocrática.
As escolas precisam repensar a relação dos pais com a escola, acoplar atividades formativas destinadas aos pais e responsáveis dos educandos, às atividades informativas que ocorrem regularmente na escola, criando assim, um processo de formação continuada da comunidade acerca da compreensão da educação, processos pedagógicos e organização do trabalho escolar. Estimular a participação dos pais, não confundindo com colaboração, o que acontece nas escolas, os pais colaboram com as festividades, mas não participam. É importante trazer para as escolas palestras que ajudem pais ou responsáveis a compreenderem seus filhos tais como: educação sexual, drogas na adolescência, relação pai e filho na adolescência e quebrar a tradição de chamar os pais somente para reprimir a atuação de seus filhos.
Os pais precisam conhecer a proposta pedagógica da escola, discutir com os profissionais da escola sua postura com relação à abertura e respeito à participação da comunidade no que tange às questões pedagógicas, pois se vêem muitos professores afirmando que os pais não podem ou não devem participar das discussões e construção da proposta pedagógica da escola por não possuírem formação técnica para tanto.
Democratizar as escolas é um trabalho árduo e que necessita de gestores com a mente arejada e voltada ao bem comum, com consciência democrática.

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PPP - Projeto Político Pedagógico e Regimento Escolar











Relações necessárias entre o PPP e o Regimento Escolar para que se transformem em espaços de construção de uma escola democrática.








Projeto Político Pedagógico - PPP.







Em busca da concretização do referido projeto, a escola precisa ter :





Para a organização da escola outros documentos também precisam ser elaborados e são necessários para complementação do PPP, como por exemplo o Regimento Escolar.



CURRÍCULO






O currículo deve contemplar as experiências vivenciadas pelo sujeito, e a bagagem cultural da


comunidade deverá estar inserida nele.


Isto vale tanto para o PPP, como para o Regimento Escolar.







Gestão Democrática.







Regimento Escolar.





O Regimento Escolar deverá:





Princípios de Convivência:





Avaliação:





Conclusão:



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Elementos fundamentais da gestão democrática escolar.




























A educação escolar tem a tarefa de promover a apropriação de saberes, procedimentos, atitudes e valores por parte dos alunos, pela ação mediadora dos professores e pela organização e gestão da escola. A principal função social e pedagógica da escola é a de assegurar o desenvolvimento das capacidades cognitivas, operativas, sociais e morais pelo seu empenho na dinamização do currículo, no desenvolvimento dos processos de pensar, na formação da cidadania participativa a na formação ética.
È fundamental que nesse processo de mudança a escola busque a unidade entre a família, gestor, comunidade, professores, alunos, funcionários onde cada um sinta-se responsável em transformar a educação. Se realmente desejamos formar crianças que no futuro sejam indivíduos autônomos, criativos e participativos, precisamos hoje trabalhar a autonomia do próprio professor, levando-o a estabelecer relações democráticas em sala de aula, excluindo o autoritarismo com seus alunos, pois só podemos auxiliar as crianças a tornarem-se autônomas e com caráter democrático, por meio de atitudes e posturas das pessoas com quais elas convivem.

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Projeto de Aprendizagem.

Computador e internet, necessidade ou vício?

Em dezembro/2008, quando mantive contato com a Profª Nádie Christina Ferreira Machado, sobre o período de recuperação, ela comentou que teríamos que elaborar um novo projeto e que eu já poderia ir pensando num tema para apresentar na videoconferência no Breeze, no dia 05.01.2009.
Desde então, comecei a pensar e me conectei no Breeze, já com a idéia formada sobre computador e internet, necessidade e vício.
Quando encerrou a videoconferência continuei me comunicando com as colegas Carla Finato e Gisele Martins pelo msn e apresentei a proposta para elas e discutimos a respeito, então, criei o wiki, tive muitas dificuldades, pois estava acostumada a trabalhar com a versão anterior,mas consegui e fui descobrindo outros recursos no wiki e acabei achando bem mais fácil de trabalhar com esta nova versão.
Formatei o trabalho e comecei a me comunicar com as gurias e a trocarmos idéias.
Utilizamos muito o msn.
O tema é atual e desperta muito interesse.
Me senti muito motivada quando iniciei o trabalho, sem falar da professora Nádie que nos passou muita tranqüilidade e nos motivou, pois estávamos ansiosas em relação à recuperação.
Hoje trabalhamos num clima de descontração de férias e com a responsabilidade do trabalho, pois a dedicação é muito maior, em função do tempo que dispomos, a nos dedicar.

Abaixo, segue o link para o nosso Projeto de Aprendizagem:

http://computadornecessidadeouvicio.pbwiki.com/

















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