Sunday, July 19, 2009

 

20 de Julho - Dia do Amigo.











Amizade não se explica!

Amigos sabem quando serão amigos
Pois compartilham momentos...
... dão força...

Estão sempre lado a lado...
Nas conquistas, nas derrotas...
Nas horas boas e nas difíceis...
Amizade nem sempre
é pensar do mesmo jeito
Mas abrir mão, de vez em quando...

Amizade é ter um irmão
Que não mora na mesma casa...
É compartilhar segredos, emoções...
É compreensão, é diversão...
É contar com alguém,
sempre que precisar

É ter algo em comum
É não ter nada em comum...
É não ter nada em comum mesmo...
É saber que se tem mais
em comum do que se imagina...

É sentir saudade, é querer dar tempo...
É dar preferência, é bater um ciúme
Amizade que é amizade nunca acaba...
Mesmo que a gente cresça,
E apareçam outras pessoas
no nosso caminho...

PORQUE AMIZADE NÃO SE EXPLICA...
ELA, SIMPLESMENTE EXISTE!!!


 

Comemoração dos 45 anos do Colégio Estadual Japão.




























No dia 16.07.2009 comemoramos os 45 anos do Colégio Japão.























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Workshop - Apresentação dos Portfólios de Aprendizagens.

No dia 08.07.2009 tivemos aula presencial no Pólo de Alvorada -RS., para apresentação dos portfólios de aprendizagens do semestre, sob a orientação da Professora Iris Elisabeth Tempel Costa e a Tutora Vanessa Sozo Costa.










PORTFÓLIO DE APRENDIZAGENS

APRESENTAÇÃO DO MEU PORTFÓLIO DE APRENDIZAGENS

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Análise do filme "Entre os Muros da Escola", do cineasta Laurent Cantet.

Vencedor da Palma de Ouro no Festival de Cannes, do prêmio Lumière de melhor filme (concedido pela imprensa internacional na França), além de ter sido um dos indicados ao Oscar de melhor filme estrangeiro. É com esse invejável retrospecto que a produção francesa "Entre os Muros da Escola" ("Entre les Murs", França, 2008).

Adaptado do romance homônimo do jornalista e professor François Bégaudeau, que participou da elaboração do roteiro e interpreta o personagem principal. O longa-metragem explora o cotidiano de um problemático colégio parisiense.

Entre os Muros da Escola expõe a visão francesa do choque de civilizações.
Há uma diferença cultural e social que gera incompreensão e atrito entre ambas as partes, em um retrato do que seria a França contemporânea.
Os muros da escola não são os únicos que revelam uma divisão e uma impenetrabilidade entre dois lados. Há também outros muros invisíveis que estão sugeridos no filme.
De um lado desse muro está François Marin, um professor de francês vivido por François Bégaudeau, que também é o autor do livro homônimo no qual "Entre os Muros da Escola" é baseado.
De outro, está um grupo de alunos entre 13 e 15 anos composto por negros africanos, asiáticos latino-americanos e franceses.






François pode ser visto como um educador, em um primeiro momento, mas também como uma espécie de colonizador. Seu sobrenome Marin, que pode ser traduzido ao português como marinheiro, sugere alguém que é desbravador dos mares e de novas terras. Seu esforço em fazer com que seus alunos incorporem o idioma francês pode ser interpretado como uma espécie de "processo civilizador" imposto a esses alunos de diferentes etnias.







A linguagem é o grande campo de batalha onde é travado esse conflito cultural. O filme se sustenta basicamente apenas com longos diálogos, e muitos deles trazem o frescor do improviso. Sem um roteiro em mãos, os jovens puderam criar seus próprios diálogos, o que dá a sensação de que a realidade daqueles garotos invadia a ficção de "Entre Muros".

A invasão da realidade no filme também se dá através do nome dos personagens, que é a mesma dos jovens na vida real. Porém, duas exceções merecem menção. Khoumba, vivida por Rachel Régulier, é uma aluna chamada de insolente por se recusar a atender uma ordem do professor. Souleymane, interpretado por Franck Keïta, é o garoto problemático que se indispõe com o professor e seus colegas.São os dois personagens "rebeldes" e principais questionadores da autoridade de François.

Apresentá-los como personagens fictícios parece querer desvinculá-los do mundo real. É como se a visão deste filme francês fosse apenas capaz de ver o "verdadeiro" outro como o "bom selvagem", aquele personagem de outra etnia que se esforça a assimilar a cultura francesa. Talvez por isso, os professores lamentem a possibilidade de deportação do chinês Wei, um aluno dedicado no estudo do francês e bom moço, mas se reúnam para discutir a expulsão de Souleymane, um personagem que vemos falar um outro idioma.

O filme reforça uma visão colonizadora a partir do ponto de vista de alguém que se toma, mesmo que inconscientemente, como a "civilização". Assim, o outro se torna o retrato da rebeldia que deve ser conquistado através da assimilação da cultura da "civilização".

Para o público brasileiro, a imagem de alunos que questionam a autoridade do professor e até mesmo são agressivos possibilita outra discussão. Trata-se de um retrato que talvez não seja diferente do que vemos em escolas brasileiras, em que é comum o relato de desrespeito ao mestre.

Mas a escola em si não parece ser o principal foco do filme. Tanto que o título original se refere apenas aos muros. A menção à escola no título é uma inclusão da distruibuidora do filme no Brasil.


 

Passeio ao Teatro do SESI - Opereta Infantil Pé de Pilão.

No dia 07.07.2009 fui com minha turma de 2º ano, da Escola Estadual Toyama assistir à Opereta Infantil Pé de Pilão, de Mário Quintana, no Teatro do SESI.






de Mario Quintana
Música de Cláudio Levitan, Nico Nicolaiewsky e Vitor RamilDireção Mário de Ballentti Direção de Arte Maíra CoelhoProdução e Direção Musical Cláudio Levitan





Pé de Pilão nasceu de uma antiga canção de roda: Pé de Pilão / Carne seca com feijão / Arreda camundongo / Pra passar o batalhão...
Só um poeta maluquinho, como o Mario Quintana, para inventar, a partir daquela canção, a trama do menino que virou pato.


E a história começa pelo meio, pode isso? Pode existir uma fada mascarada e diabólica que não é bruxa? Ou uma avó que é fada e foi enfeitiçada perdendo o seu encanto, o de não envelhecer? Pois foi a andorinha que me deu a principal dica para desenhar o mundo do Pé de Pilão: ela enxergava o mapa da história.


Lá do alto, podia-se ver onde ficavam a casa da avó, a cidade, a praça, a floresta encantada, a capela, a prisão e o regato. No momento em que desenhei esse mapa, os personagens puderam andar livres no espaço da imaginação. E foram surgindo, um a um, com seus jeitinhos carinhosos, herdados do velho poeta das crianças.


A obra Pé de Pilão foi lançada em 1976 pela Editora Garatuja, depois de 30 anos censurada pelo Estado Novo de Vargas, que condenou o texto por se referir à polícia como “um cavalo montado noutro cavalo”. No mesmo ano de lançamento, Mery Weiss, editora da Garatuja, me propôs, com a anuência do poeta, que musicasse a obra objetivando sua transformação em disco.


Nos meus primeiros contatos com Quintana, fiquei sabendo que o poeta partiu do ritmo da canção infantil e que, em uma única noite até o seu amanhecer, criou esse que é um dos poemas mais bonitos da literatura infantil brasileira. Para a realização desse trabalho, convidei, como parceiros, dois grandes amigos: Nico Nicolaiewsky e Vitor Ramil. A gravação em disco desse projeto esteve, em diversos momentos, a ponto de ser realizada, mas não se concretizou por vários motivos. Por isso, as músicas permaneceram inéditas até agora.


Em 1986, foi publicada pela LPM, dentro das comemorações dos 80 anos do poeta (edição esgotada), a minha adaptação, em quadrinhos, do livro. Motivados pelo centenário do poeta, a recém fundada Turma do Pé Quente, com o apoio da Casa de Cultura Mario Quintana, dos nossos patrocinadores e apoiadores e de toda essa gente especial (*) que se jogou de corpo e alma para que esse sonho se realizasse, apresentamos e dedicamos ao nosso público a opereta infantil Pé de Pilão, mesclando música, bonecos e teatro.



http://www.levitan.com.br/pedepilao/






 

Festa Junina no Colégio Japão.

No dia 27.06.2009 foi realizada a Festa Junina do Colégio Japão.
Foi uma festa muito divertida e com muitas atrações e entre elas a apresentação dos meus alunos do 2º ano dançando quadrilha.







 

Festa Junina na sala de aula.













No dia 13 de junho, eu e meus alunos do 2º ano, do Colégio Estadual Japão fizemos uma festa junina na sala de aula.
Foi muito divertido trouxeram pipoca,bolo e refrigerante.







 

Piaget e o desenvolvimento.





A construção do conhecimento ocorre quando acontecem ações físicas ou mentais sobre objetos que, provocando o desequilíbrio, resultam em assimilação ou, acomodação e assimilação dessas ações e, assim, em construção de esquemas ou conhecimento. Em outras palavras, uma vez que a criança não consegue assimilar o estímulo, ela tenta fazer uma acomodação e após, uma assimilação e o equilíbrio é, então, alcançado.Josiane Lopes, (revista Nova Escola - ano XI - Nº 95), cita que para quando o equilíbrio se rompe, o indivíduo age sobre o que o afetou buscando se reequilibrar.
E para Piaget, isso é feito por adaptação e por organização.

Esquema: Autores sugerem que imaginemos um arquivo de dados na nossa cabeça. Os esquemas são análogos às fichas deste arquivo, ou seja, são as estruturas mentais ou cognitivas pelas quais os indivíduos intelectualmente organizam o meio.São estruturas que se modificam com o desenvolvimento mental e que tornam-se cada vez mais refinadas à medida em que a criança torna-se mais apta a generalizar os estímulos.
Por este motivo, os esquemas cognitivos do adulto são derivados dos esquemas sensório-motores da criança e, os processos responsáveis por esses mudanças nas estruturas cognitivas são assimilação e acomodação.

Assimilação: É o processo cognitivo de colocar (classificar) novos eventos em esquemas existentes. É a incorporação de elementos do meio externo (objeto, acontecimento, ...) a um esquema ou estrutura do sujeito.Em outras palavras, é o processo pelo qual o indivíduo cognitivamente capta o ambiente e o organiza possibilitando, assim, a ampliação de seus esquemas.Na assimilação o indivíduo usa as estruturas que já possui.

Acomodação: É a modificação de um esquema ou de uma estrutura em função das particularidades do objeto a ser assimilado.A acomodação pode ser de duas formas, visto que se pode ter duas alternativas:Criar um novo esquema no qual se possa encaixar o novo estímulo, ou Modificar um já existente de modo que o estímulo possa ser incluído nele. Após ter havido a acomodação, a criança tenta novamente encaixar o estímulo no esquema e aí ocorre a assimilação.Por isso, a acomodação não é determinada pelo objeto e sim pela atividade do sujeito sobre este, para tentar assimilá-lo.O balanço entre assimilação e acomodação é chamado de adaptação.

Equilibração: É o processo da passagem de uma situação de menor equilíbrio para uma de maior equilíbrio. Uma fonte de desequilíbrio ocorre quando se espera que uma situação ocorra de determinada maneira, e esta não acontece.

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Aplicação do Método Clínico Piagetiano.














Investigar o raciocínio do aluno não significa simplesmente dar problemas formais para serem resolvidos individualmente, de forma rígida. Podemos aprender muito sobre o raciocínio da criança, se criamos tarefas, que embora bem estruturadas, não são rígidas em sua aplicação, nem devem ser resolvidas pelo sujeito isoladamente. O experimentador precisa participar com o aluno na resolução do problema. Devemos avaliar continuamente, pois o mais importante não é a aprendizagem que já ocorreu, mas, aquela que está acontencendo.

Piaget - Conservação
Conservação é definida por Piaget como a capacidade de perceber que apesar das variações de forma ou arranjo espacial, uma quantidade ou valor não varia se dele não se retira ou adiciona algo. Na criança surge entre os 7 e os 12 anos durante o estágio da operações concretas, variando conforme a quantidade ou valor a considerar. Assim é á partir dos 6/7 começa a conseguir conservar números, comprimento e quantidade de liquido. Em seguida vem a conservação de substância (7/8 a), área (9/10 a), e volume (11/12 a).Parece ser dupla a razão desta especificidade Primeiro porque determinadas quantidades (volume) tem uma possibilidade de experiência concreta mais remota que outras (comprimento). Depois porque o raciocínio da criança inicia-se pela percepção concreta que ela tem das coisas. Assim por exemplo, uma criança dirá que o volume é maior ou menor porque assim "parece"; e não por abstrair que a variação de determinada dimensão se compensa pela variação de outra.O domínio da percepção é típico da fase pré-operacional. Por isto, a introjeção de objetos e eventos progressivamente mais complexos demanda um concomitante e progressivo amadurecimento da criança. Significa dizer portanto, que é só na medida que este domínio da percepção concreta começa a diminuir, que a conservação de quantidades começa a poder ser percebida.

Piaget – Epistemologia Genética
O desenvolvimento cognitivo implica em maior conhecimento. Este não é apenas in- formação, mas também o conjunto de regras necessárias para organiza-la e transforma-la. Por isto é que seu sistema pode ser visto como uma teoria da Gênese da Epistemologia. Isto é, procura descrever / explicar como o ser humano cria a sua epistemologia pessoal. Assim, do ponto de vista piagetiano, caracteriza-se o desenvolvimento como a apropriação de sistemas gerenciadores de informação progressivamente mais avançados.



Piaget - Equilíbrio
O mais importante princípio básico da teoria piagetiana é que a interação com o meio tende à adaptação. Adultos e crianças agem visando o equilíbrio com o meio. Por isto o equilíbrio é, neste sistema uma força motivacional de considerável relevo. É algo nebuloso em Piaget, podendo definir-se de diferentes formas. No seu nível mais elementar, entende-se como um estado de equilíbrio entre a assimilação e a acomodação. A um nível intermediário, é a capacidade de compensação do ser humano, na presença de distúrbios externos (p.ex: Resolver problemas). No seu maior nível de complexidade, ele pode ser visto como uma estrutura cognitiva, caracterizada por regras lógicas, que permite todas as transformações e combinações de dados.

Piaget - Estagio
ISENSÓRIO MOTOR (de 0 a 2 anos)- A interação com o mundo é quase que exclusivamente feita por movimento e percepção. A linguagem não existe e o mundo não tem representação interna. O tempo não existe. É o aqui e agora no seu sentido mais literal. A mãe só existe enquanto visível ou audível. Não tem o conceito de objeto (algo com permanência e identidade). É a fase do Egocentrismo; a criança É o mundo. Nesta fase ela elabora o pequeno numero de esquemas c/ que nasceu. Desenvolve as seguintes habilidades fundamentais ao término desta fase:
Linguagem: Seu início implica na capacidade de manipular símbolos.
Conceito de objeto: Pode perceber sua identidade e permanência
Coordenação de atividades: P.ex: pegar uma caneta implica em coordenar o visual c/ o motor
Causalidade: Se A causa B, então pode fazer A para obter B (intencionalidade)

Piaget - Estágio II
Conhecido como estágio do Pensamento Pré-Operacional.
Extende-se dos 2 aos 7 anos. Toma este nome pela incapacidade da criança em realizar operações. Operação é uma atividade internalizada, c/ regras lógicas e reversível. Carateriza- se por marcante aumento na compreensão pela criança do mundo que a cerca. Divide-se em duas fases:
Pré-Conceitual (2/7a) - Pode representar internamente os objetos como formando classes (bonecos, carrinhos, etc.), mas não de forma completa (por ex: todos os homens são papá). Objetos semelhantes são iguais. Por exemplo; o carrinho que a criança vê na loja. É o carrinho que ela tem em casa. O seu raciocínio se faz por Transdução. Diferindo da dedução ( do caso geral para o particular) e da indução ( do caso particular para o geral), a transdução infere de um particular para outro (cães tem pelo, ursinhos e vassouras também, logo ursinhos e vassouras são cães ).
Intuitivo (4/7a)- Pensamento é mais lógico, porém ainda governado pela percepção concreta. Não compreende a conservação. O raciocínio nesta fase, como no estágio sensório-motor é também Egocêntrico, mas toma aqui um aspecto mais psicológico, enquanto lá era mais físico. Significa dizer a única verdade é a sua, só o seu ponto de vista existe. Pode classificar categorias, mas ainda de forma incompleta. Se elas são simples e únicas, tudo bem, mas basta aninhar uma classe dentro de outra, que o raciocínio desmorona.

Piaget - Estagio III
Denominado estagio das Operações Concretas, e vai dos 7 aos 11/12 anos.
Operação é uma atividade internalizada, c/ regras lógicas e reversível. Aqui as únicas operações possíveis são aquelas que a criança concretamente pode realizar. Ela pode lidar com classes, séries e números. Desenvolve ainda o conceito de conservação, mas ainda não pode lidar com o pensamento formal.Nesta fase ela já pode classificar objetos em grupos e subgrupos. Pode também seriar objetos (p.ex: do maior p/ o menor), entre si e pareando 1 a 1 duas séries. Ressalte-se que o seriamento se faz não pela comparação 1 a 1 mas no conjunto.
P.ex: A > B > C implica em A > B e B > C mas também em A > C
Pode também lidar com números, ainda que de forma incompleta. Compreende suas propriedades ordinais. Pode p.ex fazer 1 <>Piaget - Estagio IV
O último estágio do desenvolvimento do pensamento infantil (11-15a), é o das OPERAÇÕES FORMAIS. É quando surge o Pensamento Proposicional. A criança atinge o nivel do Hipotético. Ela pode ir do real para o hipotético, passando pelo meramente possível. Pode comparar estados de coisas hipotéticas com eventos reais. P/ ex: Ver o que se faz com o meio ambiente e preocupar-se com o que vai acontecer no futuro.

Piaget – Maturação
Uma criança não é um adulto em miniatura. Ao contrário, possui estruturas físicas e cognitivas diferentes. Durante o seu desenvolvimento, estas estruturas se modificam passando por vários estágios. A cada um corresponde um conjunto de estruturas cognitivas específicas

Piaget - Método Clínico
É a técnica de coleta de dados que fundamenta todo o seu desenvolvimento teórico. Usa entrevistas semi-estruturadas, nas quais algumas respostas indicam não só as questões seguintes, como também a maneira pelas quais elas deverão ser apresentadas. É uma técnica difícil de replicar, e muito diferente daquelas mais padronizadas, usadas pela maioria de seus contemporâneos. Posteriormente, métodos mais tradicionais vieram corroborar alguns dos seus achados.

Piaget - Teoria
A teoria piagetiana é principalmente uma teoria do desenvolvimento. São duas as questões fundamentais:
Quais são as características das crianças que permitem sua adaptação ao meio ambiente ?
Qual é o sistema mais simples, preciso e útil para classificar o desenvolvimento infantil ?
O sistema Piagetiano se alicerça em quatro princípios que o organizam:

Equilíbrio
Maturação
Gênese da Epistemologia
Método Clínico

Como teoria do desenvolvimento conceitual humano, abrange vasta extensão; linguagem, realidade, causalidade ,moralidade, tempo, inteligência, brincar, sonhos e imitação. Neste sentido o termo "cognitivista" é algo restritivo. É aplicável no entanto, na medida em que seu sistema lida com temas habituais a esta escola; percepção, inteligência, estrutura intelectual, etc.
Como teoria da aprendizagem podemos resumi-la em 3 assertivas:
O conhecimento se adquire gradualmente, pela interação da criança com o seu meio.
A sofisticação com que uma criança representa o mundo depende do seu estágio de desenvolvimento, que é função de suas estruturas cognitivas
O aprendizado é função da maturação, meio ambiente, equilíbrio e socialização.

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Aplicação do Método Clínico Piagetiano.

Apliquei o Método Clínico Piagetiano, com uma aluna do 2º ano, de 8 anos de idade.
O teste foi aplicado em sala de aula.
A aplicação deste teste me possibilitou identificar o raciocínio lógico da aluna e em qual fase do desenvolvimento o pensamento dela se encontra.
E conhecendo o estágio que o aluno se encontra o professor poderá proporcionar uma aprendizagem que ocorra de maneira significativa para a criança.






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Saturday, July 18, 2009

 

Transformando a poluição em limpeza, sem sair de casa.

















No dia 16 de maio, dia da solidariedade recebemos na Escola Estadual Toyama a visita de pessoas voluntárias, engajadas com o trabalho SEMMAM - Secretaria Municipal do Meio Ambiente de São Leopoldo -RS., que divulga a receita caseira de são em barra transformando a poluição em limpeza, sem sair de casa.













Transformando a poluição em limpeza, sem sair de casa.




Você faz algum tipo de fritura em casa? Ovos fritos, batatinha, peixe ou aquele bife acebolado? E aquele óleo (banha ou azeite) que você usou para a fritura, depois que ele fica velho, o que você faz com ele? Joga no ralo da pia, na rede de esgoto, ou despeja em qualquer canto?

Pois saiba, que ao fazer isso, você está contribuindo para o aumento da poluição do solo e dos nossos arroios e rios.
Esse óleo de cozinha, quando jogado na rede de esgoto, no seu percurso, até chegar ao rio, pode sofrer oxidação, diminuindo a quantidade de oxigênio e criando uma fina camada de gordura na superfície da água, o que impede a passagem de luminosidade, afetando todo o ecossistema aquático atingindo principalmente os peixes.
Outro problema enfrentado com o despejo desse óleo diretamente na pia é o risco de entupimento dos canos dentro de nossa casa e na rede pública, contribuindo para os tão conhecidos alagamentos em dias de chuva.
Nos restaurantes e lancherias da cidade, que produzem esse óleo em grande quantidade, o recolhimento desse material está sendo feito por uma empresa especializada que o reaproveita.
Mas em nossa casa, onde a quantidade desse óleo é bem menor, o que fazer?
A SEMMAM - Secretaria Municipal do Meio Ambiente de São Leopoldo, aproveitando uma idéia da senhora Noeli Terezinha Flores, está oferecendo aos leopoldenses uma receita que irá transformar esse óleo velho em sabão caseiro, que pode ser usado para lavar roupa ou louça.





Receita de sabão caseiro.











Esta receita de sabão caseiro, utilizando-se óleo de cozinha, é simples e fácil de ser seguida, não necessitando nenhum conhecimento ou experiência em química.

Você precisa dos seguintes materiais:

- 4 litros de óleo (azeite) de cozinha usado em frituras;
- 2 litros de água;
- 1 kg de soda cáustica;
- 2 limões;
- Uma bacia ou bambona de plástico;
- Um pedaço de pau para mexer a mistura.
Modo de preparar:
Coloque a água na bacia ou bambona, dissolva a soda cáustica, acrescente o suco dos 2 limões e depois coloque os 4 litros de óleo.
Você deve mexer esta mistura por 45 minutos, sem parar e sempre na mesma direção, utilizando o pedaço de pau, até que ela fique pastosa.
Deois, é só tampar a bacia e deixar o produto guardado em local que não pegue sol direto, por 4 à 5 dias. Passado esse tempo, quando a mistura estiver dura, corte-a em pedaços, utilizando estes para lavar roupa ou louça. Se preferir, utilize forminhas para moldar o sabão.
ATENÇÃO: Durante o preparo da mistura e enquanto estiver mexendo, você deve utilizar luvas para evitar queimaduras com a soda. Esta receita não deve ser realizada por crianças.
Secretaria Municipal do Meio Ambiente de São Leopoldo.
Para qualquer sugestão ou informações, entrar em contato pelos fones: 3592.2004 / 3589.4343.
E-mail: semmade@sinos.net ou tiagobio8@gmail.com .

Tuesday, July 14, 2009

 

Chá das Mães no Colégio Japão.



No dia 07.05.2009, as mães do CPM em conjunto com professores, alunos e funcionários organizaram o Chá das Mães.
As crianças se apresentaram.

A turma 21 que é minha turma apresentou-se com a turma 22, também de 2º ano.
Montamos um tapete em TNT e as crianças decoraramcom desenhos de flores, este tapete foi exposto no chão e as crianças entraram no espaço da apresentação cantando uma música para a mamãe passando pelo tapete e indo ao encontro de suas mães com uma flor na mão.





 

Comemoração do aniversário de 8 anos do aluno Gustavo.

O aluno Gustavo comemorou seus 8 anos de idade, na sala de aula da turma 21, no Colégio Estadual Japão com a Profe e os colegas, no dia 04.05.2009, às 15h30m.



 

Visita do cônsul do Japão em Porto Alegre, Haruyoshi Miura, na Escola E.E.F. Toyama.





















No final do mês de abril, recebemos a visita do cônsul do Japão em Porto Alegre, Haruyoshi Miura, na Escola E.E.F. Toyama, para conhecer a escola e as instalações do Centro Cultural Toyama (Ginásio de Esportes)construído em 2006, com o auxílio do governo do Japão.



Os alunos cantaram o Hino do Japão para homenagear o cônsul.










Thursday, July 09, 2009

 

Confecção da Cestinha de Páscoa com Garrafa PET.

No dia 08.04.2009 confeccionei com meus alunos do 2º ano, na Escola E.E.F. Toyama, uma cesta de páscoa de garrafa PET e uma máscara de coelho para comemorarmos a Páscoa.






Realizei a mesma atividade, com a minha turminha do 2º ano, do Colégio Estadual Japão.
Quando as crianças estavam finalizando as cestinhas recebemos a visita do coelhinho com a direção do Colégio para deixar o clima de Páscoa mais animado.
Cantamos e as crianças ganharam balas e pirulitos.


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